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O poder antioxidante das uvas

Sabia que as uvas contêm propriedades antioxidantes que podem ajudá-lo a lidar com os danos oxidativos da pele e retardar o envelhecimento celular?

Dizemos-lhe os princípios ativos da planta da videira e da fruta para que tome boa nota. E veja as propriedades do vinho tinto!

 A pele das uvas contém Resveratrol, um composto natural que produz a própria planta para lidar com ataques externos, como bactérias, fungos ou outras lesões. Portanto, uma dose adequada pode nos ajudar a rejuvenescer a pele. O resveratrol também contribui para reduzir problemas cardiovasculares e ajuda a lidar com processos inflamatórios. Verifique com seu fitoterapeuta, farmácia ou parafarmácia a dose necessária para cada uso, uma vez que eles têm Resveratrol microencapsulado.
  • As sementes são ricas em ácidos gordos ômega 6, um ácido gordo essencial para o bom funcionamento do nosso corpo. Alguns cremes faciais são feitos a partir de óleo de semente de uva (procure o ingrediente Vitis Vinifera Seed Oil), uma vez que seus ingredientes ativos ajudam a prender os radicais livres gerados pelos lipídios vulneráveis da pele. Este tipo de creme permite, assim, reduzir o dano oxidativo da pele e é muito útil em caso de eczema, psoríase e dermatite. Este óleo também pode ser aplicado topicamente, para procurar uma ação revigorante.
  • A planta da videira também tem qualidades interessantes. Por exemplo, é o extrato de videira (Extrato de Vitis Vinifera) que fornece antocianósidos, com atividade estimulante da circulação, bem como ação antioxidante e antiinflamatória. De facto, os antocianósidos são os pigmentos responsáveis pela cor das uvas. Como outros avonóides, eles têm ação da vitamina P, que intervém na resistência das paredes dos capilares, atuando nos vasos sanguíneos e beneficiando o sistema vascular.
  • O vinho tinto contém compostos antioxidantes polifenólicos que ajudam a proteger a pele contra os danos causados pelos raios ultravioletas e outros agentes externos, como a poluição. Existem também suplementos alimentares e cremes que extraem esses princípios ativos do suco de uva.

Os 7 imprescindíveis contra os sintomas da menopausa no verão

O lúpulo, uma planta que pode ser encontrada em suplementos alimentares, ajuda a combater as lufadas de calor, as insónias ou o aumento de peso.

Adeus, complexos e medos! A menopausa, finalmente, está a deixar de ser um tema proibido para a sociedade e, fundamentalmente, para as mulheres.

Com a chegada do verão, os sintomas desta etapa da vida agravam-se pelas elevadas temperaturas. Por isso, é importante seguir uma regras que possam ajudar-lhe a ganhar a batalha a desmotivação e as lufadas que atacam sem piedade.

1. Proteja o seu bem-estar

Se nunca praticou exercícios de relaxamento, este é o momento. Experimente o yoga, o Pilates, ou simplesmente aproveite espaços abertos como a montanha ou praia para caminhar, desanuviar a mente, praticar respirações pausadas, escutar musica… Também pode preparar um cantinho em casa no qual possa refugiarse e encontrar a tranquilidade que precisa, dedicando-se a si mesma de forma regular. Tenha em conta que este tipo de exercícios reduzem a tensão, a ansiedade e a angustia, ao mesmo tempo que melhoram a autoestima.

2. O sedentarismo não é bom

Se nao prática nenhum desporto de forma habitual, obrigue-se a caminhar todos os dias, pelo menos meia hora. Ajudará a evitar a retenção de líquidos e a ma circulação, a ainda fortalece ossos, articulações e músculos.

3. A alimentação, um fator crítico 

Durante a menopausa, existe uma tendência para ganhar peso. Mas, tranquila! Pode vencer este enemigo de uma forma muito natural.

  • Modere o consumo de sal
  • Não misture féculas na mesma refeição (massa, arroz, batata, quinoa…)
  • O Azeite pode ser o seu aliado, em todo tipo de pratos, pelo seu conteúdo em Vitamina E, que favorece a produção de estrógenos.
  • Incremente o consumo de alimentos e especiarias termogénicas, como a pimenta, a Cúrcuma, o gengibre…
  • Evite os estimulantes como o café e o chá, e se o faz, só ao pequeno almoço.
  • É muito importante que tome alimentos ricos em calcio, para prevenir a osteoporose

4. Proteja a sua pele

O desajuste hormonal também afeta a pele porque fica desidratada e se torna menos elástica, seca-se e começa a formar rugas. Por isso, é o momento da nutrir com ingredientes específicos como a vitamina E, a borragem e a onagro. A partir dos 30 anos, o compor deixa de produzir a quantidade necessária de colagenio que se necessita, pelo que é recomendável incorporá-lo na dieta para o cuidado saudável de pele e cabelo.

5. Contra a incontinencia urinaria

Manter em forma o solo pélvico porque a carência hormonal favorece o aparecimento de incontinência urinaria e prolapso genital em mulheres que tiveram filhos e não recuperaram a musculatura do solo pélvico.

6. Pode conciliar o sono sem dificuldade

É muito comum que durante a noite, a mulher acorde com frequência e tenha dificuldades em conciliar o sono pelo aumento da temperatura, suor e vermelhão. Isto pode evitar-se pelos beneficios de ingredientes naturais como a passiflora ou o espinheiro branco.

7. Suplementos alimentares, sim

No geral, resulta bastante complicado cumprir a 100% com uma dieta que nos forneça todos os nutrientes, minerais e vitaminas que precisámos, pelo que resulta fundamental utilizar suplementos alimentares que nos ajudem a minimizar ou prevenir os sintomas da menopausa de forma completamente natural. O lúpulo, por exemplo, é uma planta que contribui a afrontar problemas tais como as lufadas de calor, o desanimo, as insónias ou o aumento de peso. Combinado com outros ingredientes como a maca, a manga africana, o dente de leão ou a alcachofra, vai dar-lhe o bem estar que tanto precisa.

Quais são as vantagens das proteínas vegetais?

Proteínas vegetais sim ou não? De certeza que já se fez esta pergunta mais de uma vez. Em que se diferenciam das animais? São recomendáveis para todo o mundo?

As proteínas constituem um dos nutrientes fundamentais para todos os processos biológicos e metabólicos do ser humano, pelo que a sua ingesta diária é obrigatória para o correto funcionamento do nosso organismo.

Ainda, são um elemento chave para constituir e regenerar o tecido muscular, pelo que muitos desportistas complementam a sua dieta com suplementos de proteína em pó que proporcionam um extra de nutrientes quanto querem aumentar a massa muscular.

Anos atrás, só exisitia a proteína de origem animal chamada whey ou – o que é a mesma coisa – soro de leite, mas cada vez existem mais desportistas veganos e vegetarianos que procuram, unicamente, proteínas de origem vegetal. Conhece? Porque estão de moda?

Diferenças entre as proteínas vegetais e animais

Embora as encontramos principalmente em fontes animais, existem vários alimentos de origem vegetal capaces de fornecer diferentes tipos de proteínas, inclusive incrementando alguns benefícios que a carne não possui.

Isto acaba com o mito de que as pessoas veganas que praticam desporto de forma continuada ou profissional podem chegar a render menos ou ter menos musculatura pelo défice de proteína animal.

E a verdade é que, adaptando uma alimentação baseada unicamente em vegetais, legumes, frutos secos, ervilhas, maca, sementes ou algas também pode conseguir-se uma dieta saudável e rica em proteínas.

Onde podemos encontrar proteínas vegetais?

Podemos encontrar proteínas vegetais em alimentos como a soja, os frutos secos, os cereais e os seus derivados, a alga spirulina, as sementes de girassol, os cogumelos, os legumes e as hortaliças, entre outros alimentos.

Ainda, combinados entre eles podem fornecer uma interessante quantidade de proteínas, ou o que é a mesma coisa, macrocélulas formadas por cadeias de aminoácidos.

Vantagens das proteínas vegetais

  • O tipo de gorduras é insaturado e mais saudável
  • Contêm menos purinas, filtram-se e eliminam-se melhor
  • Capacidade para ajudar a reduzir os níveis de colesterol
  • Prevenção de doenças cardiovasculares
  • Contêm fibra
  • Sobrecarregam menos o fígado e os rins
  • Fáceis de digerir

É importante explicar que as proteínas vegetais contêm muitas menos purinas que as animais. As purinas são substâncias que devem ser dissolvidas pelo fígado e eliminadas pelos rins em forma de ácido úrico. Temos tendência a consumir demasiadas purinas quando seguimos uma dieta rica em proteínas e/ou tomamos muitas bebidas alcóolicas. Este consumo excessivo de alimentos ricos em purinas é um dos principais riscos das dietas hiperprotéicas.

Suplementos alimentares, um extra de proteínas

Como sinalizavamos ao inicio, para completar nossa fonte de proteínas também podemos optar pelo consumo de suplementos alimentares em pó, que nos fornecerão aminoácidos, vitaminas e minerais essenciais.

Em muitos casos, as proteínas vegetais estão compostas por uma mistura de quatro proteinas muito importantes, como por exemplo, as de arroz, ervilha, semente de abóbora e semente de girassol, ricas em fibra e baixas em calorías para poder controlar o peso com mais precisão:

  1. Proteína de ervilha: É uma das proteínas com uma maior percentagem de proteína vegetal (80%) e contém todos os aminoácidos essenciais. Ainda, é rica em ferro e fósforo. Destacamos que, junto com a proteína de arroz, são as proteínas com mais conteúdo em L-leucina, um aminoácido muito importante para os desportistas, já que é o elemento chave para a sintese proteica.
  2. Proteína de arroz: Está elaborada à partir de arroz integral germinado e também contém uma alta percentagem de proteínas (80%). Destaca-se o seu conteúdo em L-leucina e triptofano.
  3. Proteína de sesamo: Contém um 55% de proteínas e destaca porque contém muito triptofano, o aminoácido precursor da serotonina. É rica em magnésio, um mineral que participa em diferentes processos do organismo como, por exemplo, apoiar o metabolismo energético, a contração muscular, a transmissão dos impulsos nervosos, o desenvolvimento dos ossos ou a sintese de proteínas.
  4. Proteína de sementes de abóbora: Contém um 55% de proteínas e é rica em fibra e minerais como o magnésio, fósforo, potássio, ferro e manganés.

O que é o CLA e como nos ajuda a controlar o peso?

O CLA contribui para a redução dos depósitos de gordura abdominal, aumentando a queima de gordura e inibindo a produção de gordura pelo organismo

O ácido linoléico conjugado CLA (Conjugated Linolenic Acid pelas suas iniciais em inglés) é uma variante do ácido linoleico, uma gordura Omega-6, muito importante para a saúde humana.

A palavra “conjugado” tem a ver com a forma na qual se colocam os enlaces duplos na molécula de gordura e este pequeno detalhe pode marcar uma diferença enorme na hora de promover efeitos benéficos ao organismo.

Grande parte das pessoas já incorporam algum CLA na sua alimentação através de carne de animais ruminantes, como a vaca ou ovelha, e de produtos lácteos.

O conteúdo de CLA é de entre 300 e 500 % mais elevado na carne e lácteos de vitelas que são alimentadas com erva, em comparação com as que são alimentadas com grão (1). Isto se traduz numa diminuição de aproximadamente o 75 % de CLA nestes animais.

Assim, o consumo de CLA por meio da dieta é muito baixo e se encontra aproximadamente em 151 mg em mulheres, e 212 em homens (2).

No entanto, de acordo com alguns estudos, para obter os efeitos benéficos desta gordura é necessário um consumo de aproximadamente 3 gramas de CLA por dia (3), o que se pode conseguir complementando a alimentação com a ajuda de algum suplemento alimentar enriquecido com CLA.

 

Por ser uma gordura, ao suplementar a dieta com CLA, deve tomar-se antes das refeições ou entre horas, com o estômago vazio, pois o conteúdo em fibras dos alimentos pode diminuir a sua absorção intestinal.

EFEITOS NUTRICIONAIS E NA SAÚDE DERIVADOS DO CONSUMO DE CLA

  1. Melhoria no sistema imunitário
  2. Efeitos antioxidantes, prevenindo radicais livres
  3. Efeitos sobre a composição corporal (reduz os depósitos de gordura abdominal, aumentando a queima de gordura e inibindo a produção de gordura pelo organismo) (4)
  4. Diminuição dos níveis plasmáticos de colesterol (5)

 

PORQUE O CLA MELHORA A COMPOSIÇÃO CORPORAL?

O CLA bloqueia o transporte das gorduras até os adipocitos (células de gordura). Isto deve-se a que o CLA inibe a função da enzima LPL (lipoprotein lipasa) e ao mesmo tempo favorece a lipolise (destruição da gordura).

Por outro lado, ajuda a aumentar o transporte de gordura até a mitocondria celular (orgão da célula encarregue da respiração celular e produção de energia) para ser transformado em energia.

Claro que, como acontece com qualquer suplemento, é fundamental ter bons hábitos de vida para manter os resultados a longo prazo do CLA. A suplementação com ácido linoleico conjugado, para a perda de gordura, atúa potenciando no curto prazo os efeitos de uma dieta equilibrada, aliada à prática regular de atividade física.

Bibliografía:

  1. http://www.lrrd.cipav.org.co/lrrd20/4/corra20059.htm
  2. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11340114
  3. http://www.sccalp.org/documents/0000/0489/BolPediatr2007_47_supl1_013-017.pdf
  4. http://scielo.isciii.es/scielo.php?pid=S0212- 16112009000400005&script=sci_arttext
  5. https://scielo.conicyt.cl/scielo.php?pid=s0717-75182002000200004&script=sci_arttext#26

A importância do magnésio no nosso metabolismo

O magnésio participa nas mais de 300 reações bioquímicas. O seu défice causa desconforto muscular, dores de cabeça, fadiga ou perda de apetite

O magnésio desempenha um papel importante no nosso metabolismo. Participa em mais de 300 reações bioquímicas, envolvendo-se na produção de energia, regulação do metabolismo da glicose e lipídios, além da correta formação de ossos e dentes.

Foram observadas deficiências moderadas de magnésio em pessoas com hipertensão, síndrome metabólica e diabetes mellitus. Na verdade, demonstrou-se que a suplementação de magnésio tem um efeito positivo na pressão sanguínea e nos parâmetros gluco-metabólicos.

Além de relaxante muscular, ele também desempenha um papel na regulação do relógio biológico.

Apesar de sua importância, grande parte da população não consome a dosagem diária recomendada (DDR) de magnésio, nem através da dieta, nem através de suplementos dietéticos, sendo essa ingestão inferior a 80 % do que é recomendado.

Sintomas de falta de Magnésio

A falta de magnésio no nosso corpo pode provocar:

  • Dor de cabeça e maxilar devido a tensões
  • Fadiga, cansaço e fraqueza
  • Perda de apetite
  • Cólicas menstruais
  • Insônia e ansiedade
  • Taquicardia
  • Formigueiro, entorpecimentos e tremores …

Quais são as fontes de magnésio nos alimentos?

Entre os alimentos que contêm magnésio, encontram-se os vegetais de folhas verdes, frutos secos, sementes, chocolate preto (superior a 75% de cacau) e algas. Abaixo mostra-se o conteúdo de magnésio em alimentos comuns (expresso em miligramas) por 100 gramas:

  • Sementes de Abóbora – 532
  • Farelo de Trigo – 490
  • Gérmen de Trigo – 336
  • Amêndoas – 270
  • Caju – 267
  • Melaço – 258
  • Levedura de Cerveja – 231
  • Trigo Sarraceno – 229
  • Nozes do Brasil – 225
  • Dulse (alga Palmaria Palmata) – 220
  • Avelãs – 184
  • Amendoins – 175
  • Milhete – 162
  • Grão de Trigo – 160
  • Sementes – 142
  • Nozes – 131
  • Centeio – 115

Magnésio e desporto

A ingestão de RDA de magnésio evita a acumulação de ácido láctico após o esforço físico e, portanto, diminui o tempo de recuperação do organismo após o esforço. O magnésio é vital para a contração e relaxamento dos músculos ao fazer qualquer movimento, tanto voluntário como involuntário.

Estudos demonstraram que a necessidade de magnésio aumenta à medida que o nível de atividade física dos indivíduos aumenta. Uma redução na capacidade de exercício pode ser um aviso de deficiência de magnésio no organismo. Uma vez que os níveis deste mineral foram restaurados, a resistência ao stress aumenta novamente.

Devemos suplementar-nos?

A RDA (ingestão diária recomendada) de magnésio para mulheres adultas é de 310 mg e para homens 400-420 mg. Mas os nossos hábitos de vida afetam a absorção de magnésio.

O alto consumo de álcool, café ou açúcar contribui para reduzir os níveis de magnésio no organismo.

RDA de magnésio

Bebés

  • Menores de 6 meses: 30 mg/dia*
  • De 6 meses a 1 ano: 75 mg/dia*

*IA ou ingestão adequada

Crianças

  • De 1 a 3 anos: 80 mg
  • De 4 a 8 anos: 130 mg
  • De 9 a 13 anos: 240 mg
  • De 14 a 18 anos (rapazes): 410 mg
  • De 14 a 18 anos (raparigas): 360 mg

Adultos

  • Homens adultos: 400-420 mg
  • Mulheres adultas: de 310-320 mg
  • Grávidas: de 350-400 mg
  • Mulheres amamentando: de 310-360 mg

Em alguns casos, o consumo de alimentos fortificados e suplementos dietéticos poderia fornecer nutrientes que, de outra forma, não seriam consumidos nos valores mínimos recomendados. No entanto, a suplementação não deve ser a nossa primeira escolha. De acordo com as Diretrizes Dietéticas para os americanos, as pessoas devem obter a maior parte dos nutrientes nos alimentos.

O magnésio encontrado naturalmente em alimentos é inofensivo e não há necessidade de limitar o seu consumo. Em pessoas saudáveis, os rins eliminam o excesso através da urina. Mas devemos ter em mente que o limite máximo de magnésio proveniente de suplementos dietéticos e medicamentos não deve ser excedido, a menos que seja por recomendação médica.

Em indivíduos saudáveis, é importante começar a recomendar a ingestão diária de mais nozes e sementes e reduzir a quantidade de produtos alimentares que podem interferir com essa absorção, para chegar à RDA recomendada.

No entanto, devia-se aconselhar o consumo de suplementos de magnésio a pessoas com hipocalcemia, uma vez que é uma manifestação proeminente de deficiência de magnésio em seres humanos. Além disso, o magnésio também é importante no metabolismo e / ou na ação da vitamina D.

Bibliografía

  1. Dietary Reference Intakes for Calcium, Phosphorus, Magnesium, Vitamin D, and Fluoride. (1997). Institute of Medicine (US) Standing Committee on the Scientific Evaluation of Dietary Reference Intakes. Washington (DC): National Academies Press (US)
  2. Kass L, Weekes J, Carpenter L. (2012). Effect of magnesium supplementation on blood pressure: a meta-analysis. European Journal of Clinical Nutrition, 66, 411–418
  3. Cosaro, S. Bonafini, M. Montagnana, E. Danese,M.S. Trettene,P. Minuz,P. Delva,C. Fava (2014). Effects of magnesium supplements on blood pressure, endothelial function and metabolic parameters in healthy young men with a family history of metabolic syndrome. Nutrition, Metabolism & Cardiovascular Diseases. Volume 24, Issue 11, Pages 1213–1220
  4. Lindsy S Kass, Filipe Poeira. (2015). The effect of acute vs chronic magnesium supplementation on exercise and recovery on resistance exercise, blood pressure and total peripheral resistance on normotensive adults. Journal of the International Society of Sports Nutrition.
  5. Jean Durlach, Nicole Pagès, Pierre Bac, Michel Bara, Andrée Guiet-Bara. (2005). Magnesium depletion with hypo- or hyper- function of the biological clock may be involved in chronopathological forms of asthma. John Libbey Eurotext. Volume 18, numéro 1.
  6. Brenda C. T. Kieboom, Maartje N. Niemeijer, Maarten J. G. Leening, Marten E. van den Berg, Oscar H. Franco, Jaap W. Deckers, Albert Hofman, Robert Zietse, Bruno H. Stricker, Ewout J. Hoorn. (2016) Serum Magnesium and the Risk of Death From Coronary Heart Disease and Sudden Cardiac Death. Journal of the American Heart Association.
  7. http://www.fen.org.es/anibes/archivos/documentos/ANIBES_numero_14.pdf
  8. Yijia Zhang, Pengcheng Xun, Ru Wang, Lijuan Mao, Ka He. Can Magnesium Enhance Exercise Performance? Nutrients2017, 9(9), 946
  9. Sara Castiglioni, Alessandra Cazzaniga, Walter Albisetti, Jeanette A. M. Maier. (2013). Magnesium and Osteoporosis: Current State of Knowledge and Future Research Directions. 5(8): 3022–3033.

Guia de suplementos alimentares para principiantes: o que são e para que servem

Saiba mais sobre os principais suplementos desportivos que te ajudarão a recuperar (ou começar) as sessões de ginásio com maior eficácia.

O no ano é uma boa época para retomar (ou iniciar) a prática desportiva. Mas … sabe quais são os suplementos desportistas e para que servem?

O mercado da suplementação focado em melhorar o rendimento desportivo é cada vez mais amplo e não é mais exclusivo do culturista clássico.

Podemos encontrar muitos suplementos alimentares com diversas funções e destinados a todo o tipo de público: desde os iniciantes ao atleta mais avançado. Em seguida, nos concentraremos naqueles que podem ajudar as pessoas que se estão a iniciar no mundo do desporto.

Os suplementos desportivos mais comuns:

  • Ajudam a reduzir o tempo de recuperação diante de um esforço
  • Facilitam a queima da gordura durante o exercício
  • Melhoram os resultados obtidos (realizar a atividade em menos tempo, levantar mais peso …)
  • Aumentam a massa muscular

Antes de começar a realizar desporto de maneira contínua, convém conhecer alguns princípios básicos de nutrição desportiva.

A correta alimentação do desportista terá pequenas variações dependendo do tipo de atividade e da sua intensidade, mas, em geral, é importante ter uma dieta equilibrada nos 3 grupos de macronutrientes.

  • Hidratos de Carbono: A sua função é energética. Os Carboidratos de absorção lenta (massa, arroz, pão) fornecem energia de liberação lenta, o seu consumo prévio é muito importante na prática de um exercício físico intenso. Os Carboidratos de absorção rápida (frutas, mel, barras energéticas) recomenda-se consumir posteriormente ao exercício.
  • Gorduras: Os ácidos gordos Omega 3 presentes sobretudo no peixe azul têm função anti-inflamatória. Além disso, ajudam a reduzir a gordura corporal: inibe a lipogénese e estimula a síntese de enzimas que favorecem a oxidação de gorduras. Estudos recentes relacionam o consumo de DHA com a estimulação de funções das mitocôndrias, a principal fonte de energia do nosso organismo.
  • Proteínas: Formam parte de todas as estruturas corporais. No atleta, a sua ingestão é importante, uma vez que formam parte do músculo. Às vezes, o consumo de carne, peixe ou ovos é insuficiente (ou a intensidade do exercício o exige) e a suplementação proteica passa a ser necessária. A proteína “Whey” é aquela obtida a partir do isolado de soro de leite, possui alto valor biológico e rápida absorção. A maneira mais comum de ingeri-lo é em forma de batidos ou em barritas.
  • A bebida de eleição será a água. Outra opção muito saudável é a água de coco, tem poucas calorias e é muito rica em minerais como o magnésio, o cálcio e o potássio (tem mais potássio que uma banana!).

Antes e depois do exercício

Exemplo de ingestão pré-exercício: uma barra energética, uma banana ou umas panquecas de arroz acompanhadas por alguma proteína magra como peru, queijo fresco ou um iogurte.

Exemplo de ingestão pós-exercício: Uma peça de fruta ou um batido de proteína Whey ou uma barrita proteica e punhado de frutos secos.

Suplementos para iniciantes

Alguns dos mais populares são:

L-Carnitina

É um dos suplementos desportivos mais utilizados. É fabricado no organismo a partir do aminoácido lisina e Vitamina C e é responsável pelo transporte de ácidos gordos para as mitocôndrias, onde são transformados em energia. Para que isso ocorra, é essencial que a atividade física seja realizada com intensidade e duração suficientes para o corpo mobilizar a gordura. Recomenda-se o exercício anaeróbico com uma duração de pelo menos 40 minutos.

Coenzima Q10

Envolvido no metabolismo energético, permite que a síntese de ATP nas mitocôndrias seja mais efetiva. Tem um excelente poder antioxidante a nível celular. Na prática desportiva, ajuda a ter mais energia e a combater os radicais livres que são gerados durante o exercício. A sua eficácia melhora combinando-o com L-Carnitina.

Queimadores de gordura

Também chamados termogénicos. A maioria tende a ter um efeito estimulante, aumentando o metabolismo basal, o que implica maior gasto calórico. Eles também fornecem mais energia no treino. Alguns dos mais populares são o café verde, o chá verde ou a laranja amarga. Uma alternativa aos estimulantes termogénicos é CLA (ácido linoleico conjugado). Favorece a perda de gordura, especialmente a gordura abdominal, ajudando a manter a percentagem de massa muscular.