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O que são cetonas de framboesa?

Os seus ingredientes ativos são termogénicos, por isso ajudam a elevar a temperatura corporal, alterando o metabolismo e favorecendo a eliminação de gorduras.

As cetonas de framboesa, conhecidas em inglês como raspberry ketone, é um suplemento alimentar que facilita a eliminação de gorduras, acelerando o metabolismo.

Este produto veio revolucionar a uns anos atrás o setor dietético, precisamente pelos bons resultados que proporcionou aos consumidores, graças aos seus ingredientes ativos. Foi o famoso Dr. Mehmet Oz (Dr. Oz) que começou a divulgar os seus benefícios no seu programa de televisão.

 Mas, como é composto? Quais as suas propriedades? Como funcionam?

Vamos aproveitar este post para rever algumas das peculiaridades que envolvem este produto – que podem ser obtidas em ervanárias, farmácias, parafarmácias, centros dietéticos … –
As cetonas são fabricadas com um extrato de framboesa em sua forma pura que, muitas vezes, complementadas com outros ingredientes como Manga Africana, L-Carnitina, Chá Verde ou Guaraná, Açaí, entre outros, para tornar o seu resultado mais eficaz e ajudar a eliminar toxinas prejudiciais ao corpo.
Estes ingredientes ativos promovem uma eliminação de gordura muito importante no corpo, porque eles são termogénicos ativos. Com eles, a temperatura sobe e altera o metabolismo basal. Ao necessitar de mais energia, o corpo obtém-no das reservas de gordura, fazendo com que percam quilos de forma mais visível.

 Eliminam a ansiedade?

Outra das características que as cetonas de framboesa aparentemente têm é que, ao metabolizar as gorduras, o corpo bloqueia a vontade de comer ou a chamada ansiedade.

Benefícios das cetonas de framboesa

Para entender melhor as propriedades do extrato de framboesa, vamos destacar algumas das características deste fruto:

  • Em sua seção nutricional, as framboesas são muito ricas em fibras e vitamina C, fornecendo também uma quantidade muito baixa de calorias. Por sua vez, tem uma forte presença de minerais como potássio, magnésio ou cálcio.
  • Sendo uma fruta com alto teor de fibra, as framboesas costumam ser maravilhosas para problemas de constipação e todos os tipos de distúrbios relacionados ao trânsito intestinal em geral.
  • Talvez outro dos incentivos máximos para consumir framboesas é o seu excelente poder antioxidante, tanto pelo seu alto teor de vitamina C como pelos seus flavonoides. Isto tem um efeito positivo em vários aspetos do organismo, desde a capacidade antienvelhecimento até ao sistema circulatório.

Alivie os sintomas do cólon irritável graças a fitoterapia

Sofre de cólon irritável? A curcuma, o aloé vera, o gengibre ou a menta são algumas das plantas que vão ajuda-lo a diminuir a dor

Já ouviu falar da doença de cólon irritável? Sofre dela?

O cólon irritável é uma doença intestinal que provoca dores abdominais e mudanças no trânsito intestinal, alternando episódios de diarreia e obstipação.

Controlar a alimentação é uma boa forma de evitar o mau-estar e os ataques desta doença, pelo que devemos evitar bebidas com gás, comida pré-cozinhada, açúcares refinados e alimentos flatulentos como a couve-flor, o grão de bico, o alface… porque tudo isso piora os sintomas do cólon irritável.

Também se deve manter um horário fixo de refeições e (claro) aumentar a toma de água.

Além da alimentação, a fitoterapia é uma grande aliada nesta patologia, pois existem diversas plantas para aliviar os sintomas, como por exemplo:

Para diminuir a dor:

  • CURCUMA: alivia os espasmos e gases, já que é um anti-inflamatório muito potente.
  • CAMOMILA: já que tem, entre ouras muitas, propriedades sedativas e digestivas, muito necessárias para diminuir os gases e desta forma a dor abdominal. Recomenda-se tomar entre 2 e 3 infusões ao dia para notar melhoria.
  • MENTA: usa-se para neutralizar o ácido, aliviar os gases e a dor abdominal
  • VALERIANA: diminui a dor, a ansiedade, o inchaço…
  • GENGIBRE: Tem um alto poder anti-bacteriano, muito útil em problemas intestinais. Podemos toma-lo em infusão, ralando um pouco de raiz de gengibre em água a ferver. Tomar três vezes ao dia para diminuir a inflamação.
  • ALOÉ VERA: sara a mucosa que está no cólon reduzindo a irritação e a inflamação, diminuindo assim as dores intestinais.

Para parar a obstipação:

  • DENTE DE LEÃO: tem umas propriedades laxativas muito suaves.
  • MAGNÉSIO: em forma de carbonato ajuda a regular o trânsito intestinal.
  • SEMENTES DE CHIA MOÍDAS: ajudam da mesma forma que o magnésio a regular o trânsito intestinal.

Para parar a diarreia:

  • SALVIA: tem um alto poder adstringente.
  • ARANDOS: servem para regular o sistema digestivo. Têm muitas propriedades adstringentes, da mesma forma que a salvia, e podem reduzir a diarreia.

Hábitos que aplicar as suas rotinas

  • Tente não alterar-se com frequência: Evite o stress e as situações de muita tensão, porque existe uma grande conexão entre os sistema nervoso e o intestino, e por isso, com o aparelho digestivo. Aplique técnicas de relaxamento, como o ioga, e notará os benefícios.
  • Procure praticar algo de exercício para libertar endorfinas e aliviar a tensão. Sair a correr é uma das melhores opções.
  • Coma e mastigue devagar, para que as digestões sejam o menos pesadas possível e os nutrientes sejam absorvidos de melhor forma.

A importância do magnésio no nosso metabolismo

O magnésio participa nas mais de 300 reações bioquímicas. O seu défice causa desconforto muscular, dores de cabeça, fadiga ou perda de apetite

O magnésio desempenha um papel importante no nosso metabolismo. Participa em mais de 300 reações bioquímicas, envolvendo-se na produção de energia, regulação do metabolismo da glicose e lipídios, além da correta formação de ossos e dentes.

Foram observadas deficiências moderadas de magnésio em pessoas com hipertensão, síndrome metabólica e diabetes mellitus. Na verdade, demonstrou-se que a suplementação de magnésio tem um efeito positivo na pressão sanguínea e nos parâmetros gluco-metabólicos.

Além de relaxante muscular, ele também desempenha um papel na regulação do relógio biológico.

Apesar de sua importância, grande parte da população não consome a dosagem diária recomendada (DDR) de magnésio, nem através da dieta, nem através de suplementos dietéticos, sendo essa ingestão inferior a 80 % do que é recomendado.

Sintomas de falta de Magnésio

A falta de magnésio no nosso corpo pode provocar:

  • Dor de cabeça e maxilar devido a tensões
  • Fadiga, cansaço e fraqueza
  • Perda de apetite
  • Cólicas menstruais
  • Insônia e ansiedade
  • Taquicardia
  • Formigueiro, entorpecimentos e tremores …

Quais são as fontes de magnésio nos alimentos?

Entre os alimentos que contêm magnésio, encontram-se os vegetais de folhas verdes, frutos secos, sementes, chocolate preto (superior a 75% de cacau) e algas. Abaixo mostra-se o conteúdo de magnésio em alimentos comuns (expresso em miligramas) por 100 gramas:

  • Sementes de Abóbora – 532
  • Farelo de Trigo – 490
  • Gérmen de Trigo – 336
  • Amêndoas – 270
  • Caju – 267
  • Melaço – 258
  • Levedura de Cerveja – 231
  • Trigo Sarraceno – 229
  • Nozes do Brasil – 225
  • Dulse (alga Palmaria Palmata) – 220
  • Avelãs – 184
  • Amendoins – 175
  • Milhete – 162
  • Grão de Trigo – 160
  • Sementes – 142
  • Nozes – 131
  • Centeio – 115

Magnésio e desporto

A ingestão de RDA de magnésio evita a acumulação de ácido láctico após o esforço físico e, portanto, diminui o tempo de recuperação do organismo após o esforço. O magnésio é vital para a contração e relaxamento dos músculos ao fazer qualquer movimento, tanto voluntário como involuntário.

Estudos demonstraram que a necessidade de magnésio aumenta à medida que o nível de atividade física dos indivíduos aumenta. Uma redução na capacidade de exercício pode ser um aviso de deficiência de magnésio no organismo. Uma vez que os níveis deste mineral foram restaurados, a resistência ao stress aumenta novamente.

Devemos suplementar-nos?

A RDA (ingestão diária recomendada) de magnésio para mulheres adultas é de 310 mg e para homens 400-420 mg. Mas os nossos hábitos de vida afetam a absorção de magnésio.

O alto consumo de álcool, café ou açúcar contribui para reduzir os níveis de magnésio no organismo.

RDA de magnésio

Bebés

  • Menores de 6 meses: 30 mg/dia*
  • De 6 meses a 1 ano: 75 mg/dia*

*IA ou ingestão adequada

Crianças

  • De 1 a 3 anos: 80 mg
  • De 4 a 8 anos: 130 mg
  • De 9 a 13 anos: 240 mg
  • De 14 a 18 anos (rapazes): 410 mg
  • De 14 a 18 anos (raparigas): 360 mg

Adultos

  • Homens adultos: 400-420 mg
  • Mulheres adultas: de 310-320 mg
  • Grávidas: de 350-400 mg
  • Mulheres amamentando: de 310-360 mg

Em alguns casos, o consumo de alimentos fortificados e suplementos dietéticos poderia fornecer nutrientes que, de outra forma, não seriam consumidos nos valores mínimos recomendados. No entanto, a suplementação não deve ser a nossa primeira escolha. De acordo com as Diretrizes Dietéticas para os americanos, as pessoas devem obter a maior parte dos nutrientes nos alimentos.

O magnésio encontrado naturalmente em alimentos é inofensivo e não há necessidade de limitar o seu consumo. Em pessoas saudáveis, os rins eliminam o excesso através da urina. Mas devemos ter em mente que o limite máximo de magnésio proveniente de suplementos dietéticos e medicamentos não deve ser excedido, a menos que seja por recomendação médica.

Em indivíduos saudáveis, é importante começar a recomendar a ingestão diária de mais nozes e sementes e reduzir a quantidade de produtos alimentares que podem interferir com essa absorção, para chegar à RDA recomendada.

No entanto, devia-se aconselhar o consumo de suplementos de magnésio a pessoas com hipocalcemia, uma vez que é uma manifestação proeminente de deficiência de magnésio em seres humanos. Além disso, o magnésio também é importante no metabolismo e / ou na ação da vitamina D.

Bibliografía

  1. Dietary Reference Intakes for Calcium, Phosphorus, Magnesium, Vitamin D, and Fluoride. (1997). Institute of Medicine (US) Standing Committee on the Scientific Evaluation of Dietary Reference Intakes. Washington (DC): National Academies Press (US)
  2. Kass L, Weekes J, Carpenter L. (2012). Effect of magnesium supplementation on blood pressure: a meta-analysis. European Journal of Clinical Nutrition, 66, 411–418
  3. Cosaro, S. Bonafini, M. Montagnana, E. Danese,M.S. Trettene,P. Minuz,P. Delva,C. Fava (2014). Effects of magnesium supplements on blood pressure, endothelial function and metabolic parameters in healthy young men with a family history of metabolic syndrome. Nutrition, Metabolism & Cardiovascular Diseases. Volume 24, Issue 11, Pages 1213–1220
  4. Lindsy S Kass, Filipe Poeira. (2015). The effect of acute vs chronic magnesium supplementation on exercise and recovery on resistance exercise, blood pressure and total peripheral resistance on normotensive adults. Journal of the International Society of Sports Nutrition.
  5. Jean Durlach, Nicole Pagès, Pierre Bac, Michel Bara, Andrée Guiet-Bara. (2005). Magnesium depletion with hypo- or hyper- function of the biological clock may be involved in chronopathological forms of asthma. John Libbey Eurotext. Volume 18, numéro 1.
  6. Brenda C. T. Kieboom, Maartje N. Niemeijer, Maarten J. G. Leening, Marten E. van den Berg, Oscar H. Franco, Jaap W. Deckers, Albert Hofman, Robert Zietse, Bruno H. Stricker, Ewout J. Hoorn. (2016) Serum Magnesium and the Risk of Death From Coronary Heart Disease and Sudden Cardiac Death. Journal of the American Heart Association.
  7. http://www.fen.org.es/anibes/archivos/documentos/ANIBES_numero_14.pdf
  8. Yijia Zhang, Pengcheng Xun, Ru Wang, Lijuan Mao, Ka He. Can Magnesium Enhance Exercise Performance? Nutrients2017, 9(9), 946
  9. Sara Castiglioni, Alessandra Cazzaniga, Walter Albisetti, Jeanette A. M. Maier. (2013). Magnesium and Osteoporosis: Current State of Knowledge and Future Research Directions. 5(8): 3022–3033.

Dez conselhos para usufruir de um Natal saudável

Explicamos como evitar ganhar peso, aumentar os níveis de colesterol e açúcar no sangue ou a retenção de líquidos

O Natal é uma das épocas mais esperadas do ano, embora também das mais temidas no que se refere à nossa alimentação.

Os excessos no comer podem cair mal, provocando digestões pesadas, obstipação, diarreia e, especialmente, um aumento de peso em poucos dias.

No entanto, existem uma serie de conselhos que nos podem ajudar a usufruir de umas festas sem alterar muito nossa rotina diária para não começar o ano a pagar as consequências.

Dez recomendações que não devemos esquecer

1 – O mais importante de tudo é a planificação:

Não deixe a organização das refeições do natal para o último dia, porque acabaremos por pagar mais caro e deixaremos a nossa alimentação praticamente ao acaso.

Escolha bem os produtos que precisa, desta forma será mais consciente de que alimentos são mais baixos em gorduras, e terá mais tempo para elaborar as sobremesas em vez e as comprar. Assim, não vai renunciar aos doces, mas sim as calorias e açúcares acrescentados.

Um truque: inclua Superalimentos nas suas receitas. Estará fornecendo sabor, muitos nutrientes e vitaminas e os benefícios serão notáveis. (Consulte a listagem de receitas que temos no blog)

2 – Respeite, na medida do possível, os horários:

O nosso corpo está habituado as rotinas no que se refere as refeições. Caso contrário, começaremos a comer entre as principais refeições para não sentir fome e o consumo de calorias aumentará de forma notável.

Este conselho também pode ser aplicado ao nosso descanso. É claro que as reuniões familiares e as festas vão levar a que nos deitemos mais tarde, mas devemos tentar dormir umas sete ou oito horas para não acumular cansaço e nos sentirmos mais alterados. Lembre-se que a falta de sono aumenta o consumo de calorias.

Se passa as festas longe de casa, opte por tomar melatonina para conciliar o sono no menor tempo possível. Igualmente se tem preparada alguma viagem com uma diferença de horas importante. Com a melatonina, também ajudará a aliviar a sensação subjetiva do jetlag.

3 – Planifique o resto das refeições:

Se já sabemos que uma das refeições será abundante, elabore o resto de uma forma mais ligeira. Atenção! Isto não quer dizer que falhe alguma refeição, pois será muito pior para o seu organismo. Tente incluir algumas frutas e legumes ao longo do dia. A melhor forma do fazer é em smoothies ou batidos. Conseguirá saciar-se de forma natural e poderá usufruir da refeição ou jantar com menos fome e sem a intenção de comer demais.

4 – Coma tranquilo e relaxado

Se queremos que a refeição não nos faça mal, é muito importante comer tranquilos, relaxados e usufruindo de cada prato. Isso sim, sempre com moderação. Caso isto não seja possível, existem ingredientes naturais que podem ajudar-nos a dizer adeus a uma digestão pesada, como é o caso do Boldo, a Alcachofra, o Dente de Leão ou o Cardo Mariano. Podemos ingeri-los tanto em infusões como em forma de suplemento alimentar. Em caso de optar por um suplemento, também entra nesta listagem a Papaína, uma substancia extraída da Papaia que facilita o processo digestivo pela sua ação proteolítica.

5 – Que a energia não falte:

Todos sabemos que enfrentamos dias muito compridos e de bastante stressantes. Visitas familiares, compras de presentes sem fim, refeições abundantes, crianças sem aulas… É muito importante começar o dia com vitalidade, pelo que complete o seu pequeno almoço com ingredientes naturais como a Geleia Real, Magnésio, Ginseng ou Guaraná, com os que conseguirá ter mais energia e um fornecimento vitamínico extra.

6 – Sem esquecer o nosso peso:

Não nos devemos desleixar, nem tão pouco esquecer de seguir uma rotina para manter um peso saudável, sobretudo quando fizemos esforços todo o ano para comer saudável ou fazer exercício…

Por isso, a nossa recomendação é experimentar o Quitosan, uma substância que age de forma direta no tubo digestivo, recobrindo as gorduras consumidas na dieta e agindo como uma espécie de camada de gel. A gordura elimina-se então de forma natural sem ser absorvida pelo organismo. O seu uso correto evitará que mais gorduras se somem as que já temos no organismo. O Quitosan é uma fibra que tem a sua origem na casca de alguns crustáceos marinhos como caranguejos e camarões.

Se for alérgico ao marisco, no entanto, é melhor que aposte por ingredientes como o Chá Verde, o Mango Africano, o Arando Vermelho ou a Cavalinha, pelo seu efeito drenante e diurético.

7 – Atenção com a obstipação ocasional:

É um dos problemas mais comuns quando alteramos a nossa alimentação e pode transformar-se num pesadelo, pelo que temos que aprender a depurar o organismo atempadamente para ajudar a restabelecer as funções intestinais. Componentes naturais como o Aloe Vera, o Funcho, a Genciana ou a Ameixa em pó ajuda-nos a recuperar a nossa flora intestinal sem sofrer danos colaterais.

8 – Refeições saudáveis:

Durante as longas refeições limite o consumo de doces. Aposte pelas sobremesas caseiras realizadas com Superalimentos como o Açúcar de Bétula, de muito baixo índice Glicémico (7 de 64 que o açúcar comum tem), infusões em vez de café ou o consumo de frutos secos, que também são uma alternativa muito saudável.

9 – Evite o sedentarismo:

Aproveite a visita dos mais pequenos da família para organizar planos ativos. Pode fazer patinagem com eles, brincar na neve, passear ou fazer as compras de natal em companhia para que não tenha a necessidade de ir de carro a todos os sítios. Assim poderá fugir do abuso do sofá e passar mais tempo do que o necessário sentado.

10 – Os brindes, com moderação:

Aumento de peso é, ainda, uma das primeiras consequências do consumo excessivo de álcool, que pode afetar a coordenação de movimentos, causar efeitos depressivos e, no longo prazo, a degeneração do fígado.

Pode misturar o vinho branco com água mineral para reduzir a quantidade de álcool ingerido, ou diretamente optar por outras bebidas não alcoólicas. Por exemplo, meio litro de cerveja contém aproximadamente 200 calorias, o equivalente a quatro maçãs.

Inclua nos seus brindes cocktails sem álcool, baseados em frutas, ou experimente bebidas ecológicas, como a sidra ou o vinho sem álcool. E, perante os excessos, nada melhor que o Cardo Mariano, para restabelecer o funcionamento do organismo com naturalidade.

O magnésio regula o sono?

O magnésio pode ser muito útil para reduzir o cansaço e a fadiga, combater o stress, ansiedade e depressão, diminuir espasmos, etc.

As férias muitas vezes mudam a nossa rotina e os nossos ciclos de sono. Ou por estar passando alguns dias em uma segunda casa com um colchão diferente, seja pela mudança de horários ou pelo jet lag no caso dos mais viajantes. O magnésio foi referido como um regulador do sono. Embora não seja milagroso (não cairemos na cama) pode ser muito útil para melhorar vários fatores que influenciam o sono.

O que é o magnésio?

O magnésio é um mineral que forma parte da estrutura dos ossos, músculos, sangue e tecidos e intervém nas mais de 300 reações enzimáticas, funções motoras (relaxar e contrair os músculos), do sistema nervoso e participa no processo metabólico (do cálcio, por exemplo). De acordo com a Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar (EFSA), o magnésio contribui para:

  • Diminuir o cansaço e a fadiga;
  • Alcançar o equilíbrio eletrólito e o metabolismo energético normal;
  • O normal funcionamento do sistema nervoso e dos músculos;
  • A normal síntese proteica e a função psicológica normal;
  • O mantimento dos ossos e dentes em condições normais;
  • O processo de divisão celular.

Por outro lado, segundo numerosos estudos, o magnésio pode ajudar-nos a aliviar e a tratar diferentes sintomas e patologias que indiretamente influenciam o sono:

  • Ajuda-nos a diminuir o cansaço e fadiga [1];
  • Relaxar e gerenciar o stress [2];
  • Combater a ansiedade [3] e a depressão [3,4];
  • A diminuir tics, espasmos musculares e caibras nas pernas [5,6];
  • A tratar as enxaquecas [7].

Magnésio como regulador do sono

Segundo Ancient Minerals, o Magnésio tem um efeito neuroprotetor crucial em cada uma das fases do sono. Se temos um défice de magnésio, essas fases perdem a sua ordem harmônica, começando a ser erráticas e com efeitos imprevisíveis. A publicação enfatiza que é precisamente chamado de ciclo do sono porque todos esses estágios estão interrelacionados: se alguém for perturbado durante o sono, os neurónios ficam atordoados, dando origem, na maioria dos casos, à insónia.

O Magnésio intervém no abrandamento do metabolismo, explica a publicação, e na redução da temperatura do cérebro que o corpo precisa para recuperar da sua atividade diária. Segundo Ancient Minerals, também ajuda a regular as hormonas responsáveis, não só para ajudá-lo a adormecer, mas também, para não acordar a meio da noite.

A serotonina é um neurotransmissor intimamente relacionado à melatonina. Na verdade, uma das funções da serotonina é induzir a produção de melatonina, hormona relacionada ao ciclo de sono. O nosso organismo necessita de magnésio para poder gerá-lo a partir de um aminoácido essencial chamado triptofano.

Onde encontrámos o Magnésio?

Os vegetais de folhas verdes (ricos em clorofila) como espinafres, acelga ou couve-flor, fornecem grandes quantidades de magnésio, bem como sementes de abóbora, girassol ou sésamo. Mas o alimento que mais proporciona Magnésio é o cacau (é por isso que, quando estamos tristes, queremos comer chocolate). O limão, a toranja e os figos também possuem um alto teor deste mineral, bem como alguns frutos secos (nozes, amêndoas e castanha de caju), o arroz integral, milho, milhete e os produtos com soja.

O painel de Especialistas em Produtos Dietéticos, Nutrição e Alergias (NDA) da EFSA revisou em 2015 a quantidade de ingestão recomendada de Magnésio:

  • 350 mg/dia para os homens;
  • 300 mg/dia para as mulheres;
  • entre 170-300 mg/dia para as crianças, de acordo com a idade.

Através da alimentação, é difícil alcançar essa dose diária de magnésio, de modo que a suplementação é uma solução muito interessante para nos ajudar a adormecer.

Existem suplementos que contêm magnésio entre os seus ingredientes. Assim, por exemplo, alguns colagénios marinhos são reforçados com magnésio porque facilitam a sua assimilação. Também podemos encontrar carbonato de magnésio. Em qualquer caso, devemos observar a percentagem de CDR (Quantidade Diária Recomendada) que o rótulo indica. Para se certificar de que é a dose certa, esse valor deve ser de 100%.

Se quisermos, podemos complementa-lo com infusões de plantas relaxantes, como valeriana ou passiflora. Para saber mais produtos naturais que podem ajudar a adormecer e melhorar o relaxamento, leia o nosso post Dormir Bem, fundamental para a tua saúde, que também reúne algumas dicas para melhorar o sono.

Bibliografía

  1. Cox I.M., Campbell M.J., & Dowson D. (1991). The Lancet. Red blood cell magnesium and chronic fatigue syndrome, 337, No. 8744, pp. 757‐767.
  2. Seelig, M.S., MD, MPH, Master CAN (1994). Journal of the American College of Nutrition. Consequences of Magnesium Deficiency on the Enhancement of Stress Reactions; Preventative and Therapeutic Implications, 13, No. 5, Pg 429‐446.
  3. Jacka, FN; Overland, S; Stewart, R; Tell, GS; Bjelland, I; & Mykletun, A (2009). Australian and New Zealand Journal of Psychiatry. Association between magnesium intake and depression and anxiety in community‐dwelling adults: the Hordland Health Study, 43, No. 1, pp. 45‐52.
  4. Eby GA, Eby KL (2006). Medical Hypothesis. Rapid recovery from major depression using magnesium treatment, Vol 67, No 2, pp. 362‐370
  5. Hornyak M, Voderholzer U, Hohagen F, Berger M, & Riemann D (1998). Magnesium therapy for periodic leg movements‐related insomnia and restless legs syndrome: an open pilot study, Vol21, No. 5, pp. 501‐5.
  6. Roffe C, Sills S, Crome P, Jones P (2002). Medical Science Monitor. Randomised, cross‐over, placebo controlled trial of magnesium citrate in the treatment of chronic persistent leg cramps, 8, No. 5, CR326‐30.
  7. Bigal, ME; Bordini, CA; Tepper, SJ, & Speciali, JG (2002). Cephalalgia. Intravenous Magnesium Sulphate in the Acute Treatment of Migraine Without Aura and Migraine with Aura. A Randomized, Double‐Blind, Placebo‐ Controlled Study, 22, No. 5, pp. 345‐353.

10 chaves para controlar a ansiedade

Fornecemos-lhe alguns truques para o ajudar a reduzir a ansiedade, concretamente 5 remédios naturais e 5 hábitos saudáveis para incluir na sua rotina

O que é a ansiedade?

A ansiedade pode ser uma emoção normal ou um transtorno psicológico, dependendo da sua intensidade e do impacto que uma pessoa sofre no seu dia a dia.

Em condições normais, trata-se de uma emoção que constitui os impulsos vitais que nos motivam a realizar as nossas tarefas e a enfrentarmos novas situações.

A ansiedade converte-se em patologia quando em vez de favorecer o nosso comportamento, interfere sobre ele, e alcança tal protagonismo que desperta a nossa atenção para ele.

Pode dar-se em situações circunstanciais como situações traumáticas (acidentes rodoviários), experiências vitais significativas (alterações a nível profissional e pessoal), consumo de substâncias tóxicas e se existe carácter genético.

Como identificar que sofremos de ansiedade?

Os sintomas da ansiedade tanto podem ser físicos como psicológicos.

Físicos:

  • Pulsação elevada
  • Transpiração excessiva
  • Transtornos digestivos
  • Tensão muscular
  • Aperto no peito

Psicológicos:

  • Problemas de concentração
  • Preocupação constante
  • Problemas de sono
  • Pensamento negativos

5 remédios naturais para combater a ansiedade

Existem diferentes plantas e princípios ativos que podem ser um apoio interessante e ajudar-nos a controlar ou a minimizar a ansiedade. Vejamos as opções que a natureza nos oferece:

  • P5HTP o 5-hidroxitriptófano: procedente de plantas como Griffonia, o 5HTP, poderíamos decidir de uma forma mais bio disponível do aminoácido L-triptofano. Como sabemos que é um precursor da serotonina, sim! O chamado “hormônio da felicidade”. Graças ao seu efeito ansiolítico pode ser de grande ajuda para aqueles estados de ansiedade e insônia.
  • Valeriana: Embora seja popularmente conhecido por ajudar a adormecer, esta planta pode ser muito útil graças às suas propriedades relaxantes. Esta vai ajudar a reduzir a tensão nervosa, irritabilidade e stress mental.
  • Melissa: A Melissa officinalis oferece propriedades sedativas (para além de digestivas e carminativas). Muito útil no nervosismo e stress.
  • Magnésio: Embora se conheça muitas propriedades deste mineral, neste caso, vamos destacar aqueles que estão relacionados com o sistema nervoso e humor. O magnésio é um dos principais ativadores da libertação de processos de energia, melhora o funcionamento psicológico, diminui a resistência, a fadiga e a insónia.
  • Vitamina B6: A vitamina B6 ou piridoxina intervém no normal funcionamento das células nervosas, na síntese de neurotransmissores (tais como o GABA ou serotonina). Por isso, é geralmente recomendado em síndrome depressiva ou de ansiedade. Também em situações de stress, o corpo precisa de maiores quantidades desta vitamina.

5 hábitos essenciais na sua rotina

Se sofre de ansiedade frequentemente, faz uma pausa na tua rotina e incorpora estes 5 hábitos urgentemente. No princípio vai precisar de um plano, mas gradualmente vai se acostumar e acabará por deixá-lo.

  • Dedicar-se tempo, sentar-se calmamente e refletir com uma bebida quente. Identificar a causa e tomar consciência para poder controlá-la. Pode dedicar 5 minutos escrevendo o que são esses pensamentos e esses medos, poderá vê-los a partir de outra perspetiva.
  • Ative seu corpo. Como temos falado muitas vezes exercício liberta substâncias diferentes no corpo que nos fazem mais positivos.
  • Cuide da alimentação. Evita substâncias excitantes.
  • Procure um confidente, para compartilhar as suas emoções irá ajudar a reduzir a ansiedade. Se se sentir compreendido e ouvido, algumas preocupações irão reduzir de intensidade.
  • Aprenda a relaxar e respirar. Estas técnicas são muito eficazes no combate à ansiedade.

Hoje nós quisemos dar-lhe algumas ferramentas para detetar ansiedade e ajudá-lo a viver com ela, reduzindo-a. Mas lembre-se que é um sentimento que muitos experimentam em diversos momentos da vida, e isso é normal. Não se assuste mais do que o necessário. Aceite esses sentimentos e aprenda a lidar com eles!

O segredo de um pequeno almoço saudável

Um pequeno almoço saudável é essencial para começar o dia com bom animo. Dedicar-lhe tempo e incluir alimentos variados é o segredo para começar uma dieta saudável.

Não há nada como começar o dia com um pequeno-almoço saudável!

Sim… Sim, esses pequenos-almoços saudáveis, nutritivos e que nos enchem de energia desde a primeira hora do dia. É importante que a nossa primeira refeição seja o mais equilibrada possível, para que o nosso organismo possa absorver todos os nutrientes que necessita.

A falta de tempo; e até de imaginação, costumam ser as escusas mais comuns para não dar a importância que este momento tão especial do dia merece.

No geral, recomenda-se consumir um lácteo ou bebida vegetal rica em cálcio, um cereal e uma fruta, porque estes três grupos de alimentos formam uma boa combinação de nutrientes…, mas este pequeno-almoço ideal vai muito mais além. Para isso, tome note destes conselhos e dos ingredientes secretos de um pequeno almoço saudável. 😉

Carbohidratos

Os cereais, o pão ou as bolachas sempre integrais para aportar ao organismo a quantidade de carbohidratos e fibra que necessita.

Os cereais contêm hidratos de carbono de absorção lenta, o que favorece a libertação de energia controlada ao longo de todo o dia.

Frutas

O mais recomendável é tomar a peça de fruta por inteiro ou em forma de batido. Pelo contrario, os sumos aumentam a ingestão de açúcares simples, já que costumamos usar duas ou três peças de fruta por corpo de sumo, e ainda perdemos o aporte de fibra, muito importante pelo seu poder saciante e porque favorece o trânsito intestinal. Devemos, todavia, variar de frutas para obter um aporte completo de vitaminas e minerais.

Lácteos ou alimentos muito ricos em Cálcio

O leite é um alimento com quantidades muito elevadas de cálcio, imprescindível para a formação e manutenção de ossos e músculos fortes e saudáveis. Mas se é intolerantes à lactose ou vegan, existem muitas alternativas para tomar o cálcio que precisa através de outros alimentos ricos neste mineral, como os leites vegetais de aveia, amêndoa, arroz e também os vegetais de folha verde, o milhete e os frutos secos, entre outros.

Proteínas e gorduras

As proteínas são imprescindíveis quando o nosso corpo está ativo pelas manhãs. Podem ser tomadas de origem animal, seja peixe, carne ou lácteos, ovos e derivados. Embora está muito claro que nos últimos tempos, os vegetarianos estão de parabéns, pois cada vez existem mais alimentação ao seu alcance com um alto índice de proteínas vegetais, como são os superalimentos, algas, cogumelos ou ervas de cevada e trigo, e até a proteína de ervilha em pó. Estes substituem à proteína animal e são muito bem assimilados pelo organismo.

Dizem que as gorduras boas são o motor do nosso cérebro. Por esse motivo, os Omega 3, 6 e 9, são imprescindíveis num bom pequeno-almoço, especialmente se se realiza alguma atividade intelectual. É recomendável, por isso, incluir no pequeno almoço os frutos secos, sementes e pão com azeite, noz, sésamo, etc…

O cacau, rei do pequeno almoço

Se gosta do cacau, não esqueça de incorporar este bem chamado alimento dos deuses no seu pequeno-almoço saudável. Pela quantidade de vitaminas e minerais que possui, merece uma atenção especial. Lidera a listagem de alimentos com propriedades antioxidantes, polifenóis e flavonoides, escudos protetores frente à ação dos radicais livres e o envelhecimento prematuro. Ainda, o consumo de cacau está associado a uma menor incidência de infartos. Os flavonoides polifenoicos que se encontram neste fruto têm o potencial de prevenir as doenças cardíacas. Também, alivia o estresse, pela ação da teobromina, que estimula o sistema nervoso central e é recomendada em épocas de grande atividade intelectual no trabalho ou estudos. E claro, se ainda de tudo isto é ecológico, melhor, pois no seu cultivo e posterior processamento não existem restos de pesticidas nem conservantes químicos.

Faça do seu pequeno-almoço um momento delicioso

Mas isto é importante que seja feito de forma tranquila; até convêm levantar-se um quarto de hora antes para fazer do pequeno-almoço um momento de relaxamento e começar o dia com energia e felicidade. É disso que necessitamos! Ainda, lembre-se de mastigar lentamente os alimentos e que estar sentado é muito saudável para realizar uma fantástica digestão.

“Tome o pequeno-almoço sentado, mastigue e saboreie os alimentos”

Os suplementos alimentares no pequeno-almoço

Claro que os suplementos alimentares não substituem uma refeição saudável e equilibrada; mas pelos seus nutrientes naturais podem ajudar-nos a suplementar algumas carências. Podemos encontrar no mercado suplementos naturais. Especialmente desenhados para complementar o pequeno-almoço, à base de cacau ecológico com nutrientes tão interessantes para o nosso organismo como o colagénio marinho, o magnésio, o cálcio e outras vitaminas e minerais. O encorajamos a descobrir estes suplementos, para fazer do pequeno-almoço o melhor momento do dia!!!

Em definitiva, o único segredo de um pequeno-almoço saudável é dedicar-lhe algum tempo, assim como variar e combinar alimentos que contenham os nutrientes que necessitamos para nos sentir mais saudáveis e de melhor animo J. Adere a um pequeno-almoço saudável?

Colagénio, escolha bem o seu suplemento

Um bom suplemento de colagénio depende em grande medida da sua procedência, qualidade, assimilação e da sua combinação com vitamina C, Ácido Hialurónico ou Magnésio.

Como escolher um bom suplemento

Como podemos fazer uma boa escolha quando precisamos de incorporar à nossa dieta um suplemento de colagénio?

Um bom suplemento de Colagénio depende, em grande parte, da sua procedência, qualidade e assimilação; e ainda não menos importante, da sua combinação com outros nutrientes como a Vitamina C, o Ácido Hialurónico ou o Magnésio.

Em resumo, a nossa decisão no momento de optar por um ou outro colagénio se reduz a cinco motivos:

1. Colagénios Porcinos VS Colagénios Marinhos

Um recente estudo, J Agric Food Chem 55(4) 1532-1535 (2007); demonstrou que o colagénio marinho se assimila mais facilmente que outras fontes de colagénio, como o porcino.

2. Colagénio Hidrolisado Enzimaticamente

Trata-se de um sistema único que consiste em partir as moléculas de colagénio de peixe em umas mais pequenas, as que chamamos de péptidos de colagénio, mais facilmente assimiláveis pelo organismo. A rustira em moléculas mais pequenas permite uma dissolução perfeita em água, leite, sumos ou infusões.

3. Colagénio e Vitamina C

A EFSA, European Food Safety Authority; recomenda o consumo de Vitamina C, já que contribui à formação de colagénio, o qual passa a formar parte da cartilagem, ossos e pele.

4. Reforço de colagénio com Ácido Hialurónico

O ácido hialurónico é um carbohidrato produzido pelo nosso corpo, cuja função mais importante é a retenção de água, chegando a absorver até 1.000 vezes o seu peso. Se ocupa, igualmente, de transportar nutrientes e desperdícios onde o sangue não chega. Encontra-se nos olhos, articulações, liquido sinovial e pele. Da mesma forma que o colagénio, com o passar do tempo o nosso organismo reduz a sintetização do mesmo. Por esse motivo, é muito recomendável suplementar na dieta o colagénio e o ácido hilurónico simultaneamente.

5. Melhor com Magnésio

O Magnésio é um mineral essencial para o organismo já que forma parte dos ossos. O se aporte ajuda a diminuir o cansaço e a fadiga;contribuindo para o equilíbrio eletrolítico e ao metabolismo energético normal. Ainda, contribui para o funcionamento normal do sistema nervoso, para o funcionamento normal dos músculos, assim como para a síntese proteica normal e para a função psicológica normal. Também é importante destacar que contribui para a manutenção dos ossos e os dentes em condições normais e para o processo de divisão celular.