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Vida sexual saudável. Emocione-se, disfrute!

Desvelamos oito fatores importantes para ter uma vida sexual saudável, com alguns conselhos e nutrientes que ajudam a despertar o desejo sexual.

O valor de uma vida sexual saudável resulta muito importante para o ser humano. De facto, de acordo com a definição da OMS (Organização Mundial da Saúde), a saúde sexual é “bem-estar físico, mental e social relacionado com a sexualidade, a qual não é só a ausência da doença, disfunção ou capacidade”.

Hoje, no nosso blog, repasamos oito fatores importantes a ter em conta para ter uma vida sexual saudável, e propomos alguns conselhos e nutrientes naturais que podem ajudar a despertar o desejo sexual.

8 Fatores para a plenitude sexual. Conselhos e nutrientes

1. Modo de vida saudável

Ter uns hábitos saudáveis influi em todos os aspectos da vida. A alimentação correta, o exercício físico e, no geral, os hábitos de vida saudáveis incidem diretamente no nosso estado de ânimo. Por este motivo, o descanso, o bem-estar físico e a saúde, aumentam a predisposição da nossa capacidade sexual.

Lembre-se que praticar exercício aeróbico regularmente permitira que tenha mais resistencia, forca e vitalidade.

2. Vida sexual ativa

Em muitas ocasiões, o estrés e o cansaço transladam a vida sexual ate um segundo plano. Fugir da rotina, fazer espaço na agenda ou planificar encontros sao ações necessárias para atingir uma vida sexual ativa e saudável.

A Vitamina B6 ajuda a diminuir o cansaço e a fadiga, ter uma função psicológica normal e regular a atividade hormonal.

3. Sexo seguro

Para disfrutar de cada momento, devemos estar tranquilos e seguros. Correr riscos sem necessidade pode resultar excitante durante um segundo, mas pode trazer preocupações para o resto da vida.

Usar preservativos ou outros métodos anticonceptivos é a melhor forma de evitar sorpresas e disfrutar de uma saúde sexual completa.

4. A idade não é importante

Cumprir anos tem as suas consequências físicas e psicológicas, mas não por isso devemos supor que teremos que renunciar a uma saúde sexual plena. É necessário acabar com o tabu de que o sexo tem uma idade.

O Zinco contribui para a manutenção de níveis normais de testosterona em homens, e o extrato de Fenogreco tem propriedades estimulantes nas mulheres, já que contém saponinas estrogenicas (similares as hormonas sexuais da mulher, os estrógenos).

5. Fora complexos. Relaxe!

Sentir-se bem consigo mesmo é imprescindível para poder estar bem com os outros. Não sentir complexos permitira concentrarse no momento e disfrutar mais das sensações. Lembre-se que o nosso órgão mais afrodisíaco é a mente, capaz de criar fantasias e lembranças.

Procure uma forma de relaxar-se ao máximo, o que lhe ajudara a experimentar sensações prazenteiras. A Arginina é um aminoácido muito importante neste contexto, já que tem ação vasodilatadora, ajudando a potenciar ditas sensações.

6. Conheça o seu próprio corpo

E falando de potenciar sensações… Comprender o nosso próprio corpo é a melhor forma de descubrir nossos gostos e disfrutar da nossa sexualidade. E conhecer-se a si mesmo/a sempre vai a ajudar a conhecer melhor seu corpo.

A folha de Damiana usa-se tradicionalmente como tónico estimulante, ja que estimula o sistema nervoso central e o trato urinario, dando maior sensibilidade.

7. Fale sobre isso

A vida sexual forma parte das necessidades vitais do ser humano, é totalmente normal e não tem nada de que ter vergonha. Partilhar nossas preocupações e preferencias sexuais de forma aberta e natural é o melhor habito para manter uma boa saúde sexual. Os desejos sem realizar podem supor uma carga para nós.

O extrato de Tribulus, é um estimulante dos receptores andrógenos no cerebro. Na India é considerado um afrodisíaco. Mas mais estimulante ainda, é a cumplicidade entre duas pessoas.

8. Conselho profissional

Muitas disfunções sexuais não são diagnosticadas porque tratamos das normalizar ou procurar excusas para comportamentos ou indicadores que deveriam ser sinais de alarme. Podemos, por exemplo, estar a viver uma situação de muito estrés laboral que nos bloqueie. É importante reconhecer a situação para poder trabalhar em resolvê-la. O conselho profissional é a melhor forma de encontrar respostas.

Se o problema é de fertilidade, lembre-se que uma dieta rica em Selenio contribui para uma espermogenese normal (o processo de produção de glândulas sexuais masculinas.)

Que acharam dos nossos conselhos? Acham que existe algum fator importante que esquecemos?

Cinco objetivos saudáveis para um grande 2018

Quantas vezes já repetiu “ano novo, vida nova” agora que chegámos a 2018? Melhora a túa alimentaçao con cinco objetivos saudáveis

Em janeiro, enfrentámos novos desafios pessoais e profissionais, mas acima de tudo, saudáveis. A ideia de melhorar as nossas rotinas de vida torna-se uma obsessão depois da passagem de ano, embora, infelizmente, nem sempre conseguimos o que pretendemos fazer.

É verdade que as estatísticas revelam que grande parte dessas boas intenções são deixadas para trás e apenas metade de nos mantemos os nossos objetivos depois de seis meses. Mas este ano vamos marcar a diferença com esses 5 objetivos que nos ajudarão a melhorar e promover o nosso bem-estar de forma simples e progressiva.

Tenha em mente que os nossos objetivos devem ser realistas para não se frustrar e desistir no primeiro momento da mudança.

  1. Melhorar a dieta

Não se trata de mudar a alimentação de forma radical, mas de melhorá-la e de incluir ou eliminar certos alimentos.

Tente fazer 5 refeições por dia sem saltar nenhuma. O pequeno-almoço, por exemplo, é essencial. Não será suficiente com um café ou um copo de sumo, especialmente se o nosso trabalho nos impedir de lanchar a meio da manhã. Se você pensa em perder peso deve começar o dia de forma nutritiva para ter a energia necessária e não chegar a refeição com mais fome do que o normal. Lembre-se que, no mínimo, o pequeno-almoço deve incluir um lácteo (ou derivado), frutas e carboidratos.

No entanto, tente novas receitas com frutas e vegetais. Se os vegetais não são o seu forte, opte por incluí-los nos seus pratos graças aos Superalimentos, que apresentam o produto em pó sem perder nenhuma das propriedades e benefícios.

Também pode começar esta alimentação saudável através de smoothies, fáceis de tomar a qualquer hora do dia e uma opção muito completa e carregada de antioxidantes, minerais e vitaminas.

Uma grande “poção” para enfrentar os excessos do Natal!

Ah! E beba mais água, mas sem se esquecer. Entre 1,5 e 2 litros por dia.

  1. O exercício é obrigatório

Com exercício não queremos dizer unicamente ginásio. Existem outras alternativas que não requerem pagar uma mensalidade sem aproveitar o suficiente do investimento.

Se você é novo nesta atividade física comece com caminhadas. Considere caminhar mais a cada dia, deixando o carro estacionado para ir para o trabalho ou descer algumas ruas antes de voltar para casa. Suba e desça as escadas e planeie atividades ao ar live como caminhadas ou ciclismo para o seu tempo livre.

  1. Cuidado exterior

Falámos sempre em melhorar a nossa alimentação, mas o cuidado da nossa pele é fundamental para nos sentirmos bem. O exterior é a nossa principal proteção e o seu estado tem um impacto direto no organismo. Portanto, é fundamental que utilize proteção durante todo o ano, embora no inverno não precise de ser tão alta como no verão (exceto se for à neve).

Também deve hidratar a pele de dia e de noite, especialmente durante os meses mais frios para evitar secura e eczema.

No caso das mulheres, é essencial monitorar as rotinas faciais quando tirámos a maquiagem. Não o fazer ou fazer mal pode provocar consequências importantes, como ocorre com o uso de cosméticos com substâncias tóxicas.  Comece o ano apostando na cosmética ecológica, elaborada à base de extratos vegetais e sem parabenos.

  1. Dormir o suficiente

Geralmente, não damos ao descanso a importância que merece. Para evitar o inicio do ano acumulado de cansaço, adote uma medida muito simples: tente deitar-se, todos os dias, 5 minutos antes do que costuma, para o seu corpo se habituar e enfrentar o desafio de dormir, entre 7 e 8 horas por dia.

Lembre-se que a falta de sono tem um efeito negativo na nossa saúde. Claro, nunca vá para a cama imediatamente após o jantar e, é claro, evite a ingestão abundante de carboidratos e açúcar.

Mantenha a temperatura ambiente entre 17 a 20 graus e ventile o quarto diariamente para melhorar a oxigenação. Por outro lado, é aconselhável que atividades como ler ou ver televisão sejam feitas fora da cama.

  1. Menos stress e mais organização

Aproveite os ingredientes naturais que podem fornecer uma energia extra ao seu dia a dia de forma saudável, como Geleia Real, Ginseng, Guaraná ou Coenzima Q10.

Se o stress se tornar crónico, aumentará o risco de sofrer de insónia, depressão, obesidade ou doença cardíaca. Longas horas de trabalho, falta de sono, falta de exercício ou uma má alimentação não tardará a afetar a nossa saúde.

Para fazer isso, pegue numa agenda e comece a organizar os seus “deveres” para o novo ano. As listas podem ser um grande aliado em muitos aspetos da nossa vida. Isso ajudará na hora de fazer as compras para não preencher o carrinho com produtos que não deve incluir na sua dieta, para executar as suas tarefas domésticas sem adiá-las por muito tempo ou planear os seus menus semanais.

E, depois de ler isto, você atreve-se a melhorar o novo ano?

 

 

 

 

 

 

O magnésio regula o sono?

O magnésio pode ser muito útil para reduzir o cansaço e a fadiga, combater o stress, ansiedade e depressão, diminuir espasmos, etc.

As férias muitas vezes mudam a nossa rotina e os nossos ciclos de sono. Ou por estar passando alguns dias em uma segunda casa com um colchão diferente, seja pela mudança de horários ou pelo jet lag no caso dos mais viajantes. O magnésio foi referido como um regulador do sono. Embora não seja milagroso (não cairemos na cama) pode ser muito útil para melhorar vários fatores que influenciam o sono.

O que é o magnésio?

O magnésio é um mineral que forma parte da estrutura dos ossos, músculos, sangue e tecidos e intervém nas mais de 300 reações enzimáticas, funções motoras (relaxar e contrair os músculos), do sistema nervoso e participa no processo metabólico (do cálcio, por exemplo). De acordo com a Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar (EFSA), o magnésio contribui para:

  • Diminuir o cansaço e a fadiga;
  • Alcançar o equilíbrio eletrólito e o metabolismo energético normal;
  • O normal funcionamento do sistema nervoso e dos músculos;
  • A normal síntese proteica e a função psicológica normal;
  • O mantimento dos ossos e dentes em condições normais;
  • O processo de divisão celular.

Por outro lado, segundo numerosos estudos, o magnésio pode ajudar-nos a aliviar e a tratar diferentes sintomas e patologias que indiretamente influenciam o sono:

  • Ajuda-nos a diminuir o cansaço e fadiga [1];
  • Relaxar e gerenciar o stress [2];
  • Combater a ansiedade [3] e a depressão [3,4];
  • A diminuir tics, espasmos musculares e caibras nas pernas [5,6];
  • A tratar as enxaquecas [7].

Magnésio como regulador do sono

Segundo Ancient Minerals, o Magnésio tem um efeito neuroprotetor crucial em cada uma das fases do sono. Se temos um défice de magnésio, essas fases perdem a sua ordem harmônica, começando a ser erráticas e com efeitos imprevisíveis. A publicação enfatiza que é precisamente chamado de ciclo do sono porque todos esses estágios estão interrelacionados: se alguém for perturbado durante o sono, os neurónios ficam atordoados, dando origem, na maioria dos casos, à insónia.

O Magnésio intervém no abrandamento do metabolismo, explica a publicação, e na redução da temperatura do cérebro que o corpo precisa para recuperar da sua atividade diária. Segundo Ancient Minerals, também ajuda a regular as hormonas responsáveis, não só para ajudá-lo a adormecer, mas também, para não acordar a meio da noite.

A serotonina é um neurotransmissor intimamente relacionado à melatonina. Na verdade, uma das funções da serotonina é induzir a produção de melatonina, hormona relacionada ao ciclo de sono. O nosso organismo necessita de magnésio para poder gerá-lo a partir de um aminoácido essencial chamado triptofano.

Onde encontrámos o Magnésio?

Os vegetais de folhas verdes (ricos em clorofila) como espinafres, acelga ou couve-flor, fornecem grandes quantidades de magnésio, bem como sementes de abóbora, girassol ou sésamo. Mas o alimento que mais proporciona Magnésio é o cacau (é por isso que, quando estamos tristes, queremos comer chocolate). O limão, a toranja e os figos também possuem um alto teor deste mineral, bem como alguns frutos secos (nozes, amêndoas e castanha de caju), o arroz integral, milho, milhete e os produtos com soja.

O painel de Especialistas em Produtos Dietéticos, Nutrição e Alergias (NDA) da EFSA revisou em 2015 a quantidade de ingestão recomendada de Magnésio:

  • 350 mg/dia para os homens;
  • 300 mg/dia para as mulheres;
  • entre 170-300 mg/dia para as crianças, de acordo com a idade.

Através da alimentação, é difícil alcançar essa dose diária de magnésio, de modo que a suplementação é uma solução muito interessante para nos ajudar a adormecer.

Existem suplementos que contêm magnésio entre os seus ingredientes. Assim, por exemplo, alguns colagénios marinhos são reforçados com magnésio porque facilitam a sua assimilação. Também podemos encontrar carbonato de magnésio. Em qualquer caso, devemos observar a percentagem de CDR (Quantidade Diária Recomendada) que o rótulo indica. Para se certificar de que é a dose certa, esse valor deve ser de 100%.

Se quisermos, podemos complementa-lo com infusões de plantas relaxantes, como valeriana ou passiflora. Para saber mais produtos naturais que podem ajudar a adormecer e melhorar o relaxamento, leia o nosso post Dormir Bem, fundamental para a tua saúde, que também reúne algumas dicas para melhorar o sono.

Bibliografía

  1. Cox I.M., Campbell M.J., & Dowson D. (1991). The Lancet. Red blood cell magnesium and chronic fatigue syndrome, 337, No. 8744, pp. 757‐767.
  2. Seelig, M.S., MD, MPH, Master CAN (1994). Journal of the American College of Nutrition. Consequences of Magnesium Deficiency on the Enhancement of Stress Reactions; Preventative and Therapeutic Implications, 13, No. 5, Pg 429‐446.
  3. Jacka, FN; Overland, S; Stewart, R; Tell, GS; Bjelland, I; & Mykletun, A (2009). Australian and New Zealand Journal of Psychiatry. Association between magnesium intake and depression and anxiety in community‐dwelling adults: the Hordland Health Study, 43, No. 1, pp. 45‐52.
  4. Eby GA, Eby KL (2006). Medical Hypothesis. Rapid recovery from major depression using magnesium treatment, Vol 67, No 2, pp. 362‐370
  5. Hornyak M, Voderholzer U, Hohagen F, Berger M, & Riemann D (1998). Magnesium therapy for periodic leg movements‐related insomnia and restless legs syndrome: an open pilot study, Vol21, No. 5, pp. 501‐5.
  6. Roffe C, Sills S, Crome P, Jones P (2002). Medical Science Monitor. Randomised, cross‐over, placebo controlled trial of magnesium citrate in the treatment of chronic persistent leg cramps, 8, No. 5, CR326‐30.
  7. Bigal, ME; Bordini, CA; Tepper, SJ, & Speciali, JG (2002). Cephalalgia. Intravenous Magnesium Sulphate in the Acute Treatment of Migraine Without Aura and Migraine with Aura. A Randomized, Double‐Blind, Placebo‐ Controlled Study, 22, No. 5, pp. 345‐353.