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Dicas para prevenir a cistite

Embora seja uma infeção que pode aparecer em qualquer época do ano, é no verão, quando os homens e, acima de tudo, as mulheres sofrem mais episódios de cistite. Como evitar isso?

Cerca de 40% das mulheres já sofreram ou sofrem de um episódio de cistite em suas vidas.

O problema é que essa infeção é causada pela bactéria E.coli nem sempre se sofre de maneira isolada, mas é provável que a doença reapareça em semanas ou meses consecutivos.

Devido ao tipo de anatomia, as mulheres são mais vulneráveis do que os homens a esta doença porque têm a uretra mais curta. Isso facilita a passagem de bactérias para a bexiga, o que também influencia a higiene e as relações sexuais.

Em relação à temporalidade, trata-se de uma infeção que pode aparecer em qualquer época do ano, mas geralmente tem mais incidência no verão devido a fatores como a humidade, roupa de banho molhada, mudança nos hábitos alimentares ou aumento das relações sexuais. , entre outras causas.

Por sua parte, a resistência das bactérias aos antibióticos, causada pelo uso indevido, é também um elemento muito comum para sofrer este tipo de infeção urinária.

Principais consequências das cistites

  • Acne
  • Dor ao urinar devido à irritação que a uretra sofre quando inflamada pela adesão das bactérias
  • Dor na parte inferior da barriga
  • Aumento no número de micções
  • Cor turva na urina
  • Desconforto nas relações sexuais
  • Coceira vaginal
  • Febre, embora não muito alta

Dicas de prevenção de cistite

O Centro de Pesquisa em Fitoterapia recomenda as seguintes dicas para prevenir a cistite (mais informações no site):

  1. Ingerir no mínimo 1,5 litros de líquidos por dia, para eliminar as bactérias do trato urinário mais rapidamente;
  2. Evitar substâncias excitantes como o álcool, cafeína, tabaco e bebidas carbonatadas;
  3. Urinar de 2-3 horas para favorecer a eliminação de bactérias, uma vez que a retenção de urina na bexiga promove o seu crescimento. Também é importante ir ao banheiro antes e depois das relações sexuais.
  4. Lave, com sabonetes neutros, da frente para trás para evitar a contaminação. Chuveiro em vez de banho para a higiene diária.
  5. Secar na mesma direção. As bactérias causadoras podem vir de uma incorreta eliminação das fezes.
  6. Mudar o fato de banho molhado para reduzir a humidade e evitar o contraste de temperaturas na zona.
  7. Utilizar roupas interiores de algodão e evitar roupas apertadas.
  8. Combater a prisão de ventre e não para adiar o esvaziamento, de modo que os germes não podem colonizar os tecidos perto do tracto urinário.
  9. Reconsiderar o uso de um diafragma, pois ele exerce pressão sobre a uretra e dificulta o esvaziamento da bexiga. O seu uso está associado a uma maior frequência de infeção. O mesmo vale para os tampões se as infeções urinárias geralmente ocorrem no período pré-menstrual.
  10. Consumir arandos ou suplementos de arandos para evitar a adesão de bactérias causando infeção para as paredes do trato urinário.

 

O poder antioxidante das uvas

Sabia que as uvas contêm propriedades antioxidantes que podem ajudá-lo a lidar com os danos oxidativos da pele e retardar o envelhecimento celular?

Dizemos-lhe os princípios ativos da planta da videira e da fruta para que tome boa nota. E veja as propriedades do vinho tinto!

 A pele das uvas contém Resveratrol, um composto natural que produz a própria planta para lidar com ataques externos, como bactérias, fungos ou outras lesões. Portanto, uma dose adequada pode nos ajudar a rejuvenescer a pele. O resveratrol também contribui para reduzir problemas cardiovasculares e ajuda a lidar com processos inflamatórios. Verifique com seu fitoterapeuta, farmácia ou parafarmácia a dose necessária para cada uso, uma vez que eles têm Resveratrol microencapsulado.
  • As sementes são ricas em ácidos gordos ômega 6, um ácido gordo essencial para o bom funcionamento do nosso corpo. Alguns cremes faciais são feitos a partir de óleo de semente de uva (procure o ingrediente Vitis Vinifera Seed Oil), uma vez que seus ingredientes ativos ajudam a prender os radicais livres gerados pelos lipídios vulneráveis da pele. Este tipo de creme permite, assim, reduzir o dano oxidativo da pele e é muito útil em caso de eczema, psoríase e dermatite. Este óleo também pode ser aplicado topicamente, para procurar uma ação revigorante.
  • A planta da videira também tem qualidades interessantes. Por exemplo, é o extrato de videira (Extrato de Vitis Vinifera) que fornece antocianósidos, com atividade estimulante da circulação, bem como ação antioxidante e antiinflamatória. De facto, os antocianósidos são os pigmentos responsáveis pela cor das uvas. Como outros avonóides, eles têm ação da vitamina P, que intervém na resistência das paredes dos capilares, atuando nos vasos sanguíneos e beneficiando o sistema vascular.
  • O vinho tinto contém compostos antioxidantes polifenólicos que ajudam a proteger a pele contra os danos causados pelos raios ultravioletas e outros agentes externos, como a poluição. Existem também suplementos alimentares e cremes que extraem esses princípios ativos do suco de uva.

A L-Carnitina ajuda a melhorar a capacidade de trabalho muscular ?

Um especialista pode analisar a dose e o tempo de administração da L-Carnitina ótimos para cada desportista.

Depende da dose, tempo de ingestão e perfil do desportista, entre outros factores. Segundo diferentes estudos, a L-Carnitina pode retardar o aparecimento da fadiga e ajudar na recuperação muscular, e até mesmo desenvolver certos tipos de fibras musculares e melhorar a percepção do esforço no desempenho.

A Carnitina é um composto que surge da combinação de certos aminoácidos. A sua função é transportar os ácidos gordos para o interior da mitocondria para obter energia. A principal fonte de Carnitina são as carnes vermelhas, enquanto vegetais contêm quantidades muito pequenas ou mesmo nulas. A Carnitina também se sintetiza no nosso organismo a partir de três vitaminas (Vitamina C, Vitamina B3 e Vitamina B6) e o Ferro. Ou seja, se algum deles estiver faltando, haverá uma deficiência desse composto. A L-Carnitina usa-se para o tratamento de grande quantidade de condições diferentes.

Tanto a URAC (associação que credencia e mede os serviços relacionados à assistência médica), a WebMD e a American Heart Association reconhecem que a L-Carnitina é eficaz no tratamento e prevenção de sua deficiência. Assim, é o único uso aprovado pelo FDA (Food and Drug Administration dos EUA). Portanto, a pesquisa está atualmente focada principalmente em aspectos terapêuticos.

No mundo dos desportos, a L-Carnitina é frequentemente usada como um auxílio ergogênico (que melhora a capacidade de trabalho muscular), através de padrões de suplementação para aumentar o desempenho e a resistência. Mas a verdade é que não há muitos estudos científicos para garantir essa melhoria de desempenho. Alguns deles mostram que:

  • Para aumentar os níveis de carnitina nos músculos (e ajudar a prevenir a perda de carnitina durante o treinamento intenso), são necessárias doses de 2 g / dia, durante 4 semanas ou mais [1]
  • A curto prazo e com doses específicas, a administração de um suplemento desportivo não produz nenhum aumento nos níveis de carnitina nos músculos [2]. Ou seja, ser saudável, uma ingestão point-in-time de 2g de L-Carnitina entre 2 e 5 horas antes do exercício não teria um efeito importante o suficiente para melhorar o desempenho físico ou a duração do exercício [3]
  • Às três semanas de ingestão, essa dose de 2g / dia pode atrasar a fadiga e ajudar na recuperação muscular, nos exercícios de força, melhorando a regulação do fluxo sanguíneo e o suprimento de oxigênio para os músculos. músculos durante e após o exercício [4]
  • Pode haver uma relação entre a suplementação de L-Carnitina e o desenvolvimento de certos tipos de fibras musculares [5], em pessoas desportistas que tomaram 4 g / dia por 6 semanas (5 vezes / semana) e realizaram treino aeróbico. Além de aumentar as  suas fibras musculares do tipo I (alta força e baixa potência), como é normal no treino aeróbico, também aumentaram as suas fibras do tipo IIa (de resistência e potência intermediária).
  • Em triatletas, a ingestão de 2 g / dia de L-Carnitina, durante 24 semanas, dividida em duas doses, deu origem a alterações metabólicas que tiveram efeitos muito positivos na percepção do desempenho do esforço [6].

Recomenda-se, portanto, que a suplementação de L-Carnitina seja realizada sob o controle de pessoas especializadas que nos informem, em nosso caso específico, das doses e tempo de administração.

Como enfrentar o calor para praticar desporto no verão

Desporto no verão sim, mas com cabeça. Tome nota sobre algumas rotinas de hidratação e alimentação que vão evitar que se ponha em risco a sua saúde.

Estamos de acordo em que cada vez estamos mais conscientes da necessidade de praticar algúm tipo de desporto ou exercício para melhorar o nosso bem-estar e desconectar da rotina. Mas quando chega o verão, manter esses hábitos saudáveis acostuma a supor um duplo esforço pelas mudanças de horário, o usufructo das férias e sobretudo, por causa do calor.

Como manter a firmeza para sair a treinar com 30 graus à sombra e/ou uma alta percentagem de humidade? (Que atire a primeira pedra quem esteja livre de pecado e não tenha saltado nenhuma das suas marcações no ginásio para ir a praia…)

No entanto, não desanime, porque tudo é possível se é feito com responsanbilidade.

A chave para continuar fazendo desporto no verão com a onda de calor incluida – ou até iniciar-se na atividade – é seguir estrictamente uma serie de conselhos muito simpçes e que vão resultar desde o primeiro momento.

1º Evite realizar desporto nas horas centrais do dia, quando as temperaturas são mais elevadas, já que nestas horas podemos arriscar-nos a sofrer golpes de calor, além de ver o nosso rendimento físico reduzido. Sempre que seja possível, escolha as primeiras horas da manhã ou as últimas horas da tarde.

2º Preste especial atenção à hidratação, pois a sudoração será maior devido as elevadas temperaturas. Deve ingerir líquidos antes e após o exercício, mas também no seu desenvolvimento (embora não sempre apeteça, não espere a ter a sensação de sede, porque é um sintoma de deshidratação).

Se a duração da atividade física é superiro a 1 hora, use bebidas isotonicas para poder repor os electrolitos ou a gel energético, uma fonte excelente de hidratos de carbono. Não esqueça que a água também existe nos alimentos, pelo que, para aquelas pessoas que tenham dificuldade em beber, uma boa forma de aportar água, vitaminas e minerais é tomando frutas com um alto conteúdo em água, como melancía, ananás ou laranja, por exemplo.

3º Utilize ropa e calçado confortável, adequado para a a atividade que vamos desenvolver e que nos facilite a sudoração. Também é importante que proteja a cabeça do sol.

4º Uma boa alimentação é fundamental para fornecer energía, vitaminas e minerais que o nosso corpo vai precisar para a atividade física. A toma de 3 peças de fruta ao dia e 2 raçoes de legumes é necessária. Se o nosso objetivo é aumentar a massa muscular ou ter um maior rendimento, é muito importante realizar uma boa ingestão após o treinamento, com um bom fornecimento de proteínas e hidratos de carbono de índice glucémico elevado, como por exemplo: uma dosagem de proteínas de isolado de soro de leite junto com uma peça de fruta.

Experimente a tomar algum recuperador muscular para suministrar ao organismo aquelas substâncias gastas durante o desporto e não ver limitada a sua capacidade de resistência na seguinte sessão.

5º Não deve de esquecer de proteger a pele contra as radiações solares, embora sinta que o sol não está demasiado forte ou que o dia está com mais nuvems do habitual.

6º E para os que realizam atividade física como método de perda de peso, devem aplicar as mesmas pautas. Não por fazer desporto nas horas mais quentes do dia e transpirar mais, vamos perder mais peso. Simplesmente perderemos mais líquidos, que uma vez nos hidratemos, voltaremos a recuperar. No entanto, é verdade que a toma de algum suplemento alimentar, como por exemplo a L-Carnitina (45 minutos antes da atividade física), vai ajudar-nos a mobilizar uma maior quantidade de gorduras.

7º Por último, aproveite a estação para praticar desportos como a natação, tanto na praia como em piscina. Além de manter uma temperatura corporal ideal, trata-se de uma das atividades mais completas. Isso sim, embora esteja na água, deve hidratar-se igualmente.

Que tipo de atividade física é melhor para a nossa saúde e quanto tempo devemos dedicar-lhe?

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), para obter benefícios a nível do sistema respiratório, muscular ou a nível osseo, uma pessoa adulta deve de práticar, como mínimo:

  • Os adultos de 18 a 64 anos devem praticar, como mínimo, 150 minutos semanais alguma atividade física aeróbica, de intensidade moderada, ou 75 minutos de atividade física aeróbica intensa por semana.
  • A atividade aeróbica será praticada em sessões de um mínimo de 10 minutos de duração.

Bibliografía

  1. http://www.who.int/dietphysicalactivity/factsheet_recommendations/es/

Lesões desportivas e desgaste articular, a melhor nutrição

As lesões desportivas e o desgaste articular acontecem em muitas ocasiões por défice na nossa alimentação.

As lesões desportivas e o desgaste articular

Quando praticamos desporto estamos expostos a lesões e desgaste articular. Isto não acontece unicamente por uma má execução de movimentos, mas também em ocassiões, se deve a carências nutricionais que afetam estas estruturas. Para nos ajudar com este tipo de necessidade é importante saber que existem alternativas como a suplementação. Não só necessária em desportistas mas também em aquelas pessoas que necesitam de cubrir algum défice de nutrientes.

Mas é verdade que nos desportistas, sejam profissionais ou amateur, as carencias são maiores, pelo sobre-esforço físico. Por isso, a demanda de nutrientes aumenta. Neste caso, os suplementos alimentares são fundamentais para manter o rendimento físico do desportista. Neles, as lesões de tipo articular são muito frequentes e para as evitar ou acelerar a sua recuperação é muito recomendável uma nutrição inteligente.

Em resumo, é muito importante cuidar as articulações para que sofram o mínimo e assim obter um bom rendimento articular no geral e desportivo em particular.

Nutrição para cuidar nossas articulações

Para cuidar nossas articulações e evitar algumas lesões desportivas, o primeiro é ter uma boa alimentação, já que esta é a base de uma boa saúde articular. Nossa dieta deve ser variada, sã e com um alto conteúdo em vitaminas e minerais, assim como rica em proteínas, gorduras saudáveis e hidratos de carbono para o bom funcionamento das mesmas.

Se já tem uma dieta equilibrada, é importante que conheça alguns suplementos que podem melhorar o estado da cartilagem e ajudar a diminuir a dor articular.

Sulfato de Condroitina e Glucosamina

Muitos estudos confirmam os seus efeitos protectores e regeneradores de lesões, assim como a redução da dor e as moléstias articulares. O Sulfato de Condroitina é uma substância que se apresenta de forma natural no corpo e ajuda a manter a estrutura dos tecidos. Também, ajuda à cartilagem a reter mais água, melhorando o amortecimento e inibindo as enzimas que destroem o tecido cartilaginoso. A Glucosamina, que também produz o corpo de forma natural, age reparando a cartilagem, estimula a função normal e tem um efeito anti-inflamatório. Recomenda-se tomar estes suplementos como preventivos e também para tratar lesões e encurtar a recuperação.

Ácido Hialurónico

O Ácido Hialurónico é um polímero de origem natural, presente no líquido sinovial que serve de amortecedor para as articulações. Age de certa forma como um lubricante nas articulações, o que evita a ficção e protege, contribuindo a manter as propriedades biomecánicas dos ligamentos. Alguns componentes são necessários para a produção do AH, como o Magnésio ou a Vitamina C.

Uma boa alimentação ajuda as nossas articulações e evita lesões desportivas

O Colagénio

O Colagénio é a proteína que proporciona estrutura aos tendões, tecidos cartilaginosos, ossos e tecidos conectores. Pode encontra-se como suplemento, que se obtém, principalmente mediante tratamento enzimático, o que faz que seja mais indisponível, isto é, mais fácil de digerir, absorver e aproveitar pelo organismo. Geralmente, toma-se para nutrir e recuperar o líquido sinovial nas articulações e atrasar a degradação da cartilagem articular por desgaste físico e idade.

O Silício

O Silício é um mineral que forma parte da estrutura do tecido ósseo e conjuntivo, necessário para forçar o Colagénio, a Elastina, proteoglicanos e glicoproteínas que constituem a sua estrutura. Por isso, ajuda à recuperação das lesões articulares e fracturas ósseas.

Este mineral pode ser incorporado na nossa dieta através da farinha de aveia integral, o farelo de trigo, o arroz integral e também muitos vegetais. Por outro lado, também podemos encontrar suplementos que nos garantam um fornecimento de Silício adequado e natural.

Vitamina C

Vitamina C, muito necessária para a sintese de Colagénio, tem propriedades antiinflamatórias para músculos e articulações e é um poderoso antioxidante. Para estimular e manter a sintese de Colagénio pode tomar suplementos com Vitamina C, mas não deixe de incluir na sua alimentação diaria alimentos ricos nesta vitamina, como kiwi, morangos, framboesas, papaia, cítricos e legumes como agrião, salsa ou pimentos.

Todas as vitaminas e minerais citados anteriormente vão fazer que as suas articulações sejam fortes e flexíveis, facilitando assim uma melhor agilidade e mobilidade.

Os alimentos ricos em mucopolisacarídeos como tripas, lingua, mão de porco, etc… em princípio serão adequados para fortalecer e recuperar as articulações, mas com mais frequência vão acompanhados de outras substâncias não desejadas, como excesso de gordura e colesterol, pelo que a melhor alternativa é recorrer aos suplementos que os contêm, sem gorduras.

Já agora, se são desportistas ou fazem exercício com frequência, um truque muito útil é levar sempre consigo um bom gel para pequenas lesões. Importante e que entre os seus componentes principais se incluam princípios ativos como o harpagofito, condroitina, glucosamina, capsicum ou arnica. Assim, podemos aliviar de forma tópica molestias como a inflamação ou as dores musculares, precisamente no momento em que precisemos. Tampouco será demais utilizar neste tipo de pequenas lesões um gel de efeito frio-calor para aliviar no ato.

Espero que sirva de ajuda e não esqueçam a importância que tem prestar atenção às vossas articulações e como cuidar delas em caso de lesões desportivas.

Guia útil para tratar de si se tem hipertensão

Que mudanças posso realizar no meu estilo de vida para melhorar os níveis de pressão arterial? Como pode ajudar-me a fitoterapia? Veja como…

Se o seu médico indicou-lhe que tem a tensão elevada, não brinque com isso. Trata-se de uma patologia bastante comum, mas não por isso menos perigosa. De facto, é chamada do “assassino silencioso”, porque em muitos casos é possível que não notemos nenhum sintoma, mas corremos o risco de sofrer enfarte, AVC ou insuficiência renal, entre outros problemas, por ter a tensão arterial demasiado elevada.

Conhece quais são os valores normais de tensão arterial?

  • <120/<80: valores ótimos.
  • <130/<85: valores normais.
  • 130 a 139/85-89: normal-elevada.
  • 140-159/90-99: HTA grau 1, ligeira.
  • 160-179/100-109: HTA grau 2, moderada.
  • >180/>110: HTA grau 3, severa.

Que mudanças posso realizar no meu estilo de vida para melhorar os níveis de tensão arterial?

– Deixe de fumar

Inclusive um só cigarro pode produzir subidas intensas de pressão arterial. Os fumadores devem tentar eliminar totalmente o hábito, em vez de diminuir o consumo para reduzir o risco.

– Modere o consumo de álcool

A toma de 3 ou mais bebidas alcoólicas ao dia produz elevação da tensão arterial e consequentemente um aumento do risco cardiovascular. Por outro lado, os “bebedores de fim de semana” de altas doses de álcool, têm maior risco de padecer um acidente cardíaco pelas flutuações na tensão arterial.

– Realize exercício físico

A actividade aeróbica realizada de forma regular (pelo menos três vezes por semana) é recomendável para a prevenção e controle da hipertensão.

– Reduza o stress

Para isso também é importante o exercício físico. porque melhora o nosso estado de animo. Além do ioga e o controle da respiração poderia ter efeitos benéficos para o sistema cardiovascular.

– Ria-se

O riso tem o mesmo efeito para os vasos sanguíneos que o exercício aeróbico.

Como deve ser a minha alimentação para evitar a hipertensão?

– Reduza o consumo de sal

Não supere as 5 g diários para adultos, o que supõe uma colher de café, aproximadamente. Tenha cuidado com os alimentos muito processados, podem conter grandes quantidade de sal. O melhor: evite-os. Ou no contrario, preste atenção às etiquetas. Para saber quanta sal contém um alimento processado, multiplique a quantidade de sódio indicada na etiqueta por 2,5.

– Diminua o consumo de gorduras saturadas e trans

Reduza o consumo de carne e aumente o de peixe, legumes e frutos secos.

– Diminua o consumo de açúcares

Principalmente, evite doces e refrigerantes

– Preferência no consumo de frutos, verduras, legumes, cereais integrais e azeite de oliva virgem extra

São ricos em polifenóis e têm um efeito favorável sobre o perfil lipídico e a tensão sanguínea.

Como pode ajudar a fitoterapia?

– Espinheiro branco

As suas flores possuem princípios activos que contribuem a regular a tensão arterial. As proacinidinas favorecem a produção de óxido nítrico, um vasodilatador endógeno que ajuda a descer a tensão arterial. Ainda, favorece o relaxamento do sistema nervosa.

– Alho

É um bom vasodilatador que aumenta o calibre dos vasos e baixa a tensão. Possui ajoeno, que contribui a que o sangue seja mais fluido e prevenindo a formação de coagulos.

– Olivo

As suas folhas contém oleuropeósidos, umas substâncias com acção hipocolesteromiante e vaso-dilatadora sobre a circulação. Também ajuda a regular as contracções do coração.

Espero que estas indicações o ajudem a controlar a sua tensão arterial e obter uma melhor qualidade de vida.

BIBLIOGRAFÍA

  1. Requejo Marcos, A., Ortega Anta, R., Saavedra Vallejo, P. and Arrieta Blanco, F. (2009). Nutriguía. Madrid: Editorial Complutense.
  2. Hackshaw, A., Morris, J., Boniface, S., Tang, J. and Milenković, D. (2018). Low cigarette consumption and risk of coronary heart disease and stroke: meta-analysis of 141 cohort studies in 55 study reports. BMJ, p.j5855.
  3. González, D., Paz, D., Pinilla, D., González-Gallarza, D., Pinilla, D., Barrero, D., Masip, D., Bergés, D., Río, I., Tejedor, D., Solé, D. and Agustín, D. (2018). Sociedad Española de Cardiología: profesionales sanitarios y cardiólogos. [online] Secardiologia.es. Available at: https://secardiologia.es/ [Accessed 16 Mar. 2018].

Cinco nutrientes essenciais durante a gravidez

Tome nota dos 11 conselhos sobre higiene alimentar durante a gravidez e informe-se sobre como pode influir a alimentação da mãe sobre a saúde do bebé.

A gravidez é uma etapa na qual o corpo da mulher sofre uma grande quantidade de mudanças, nas quais a alimentação adquire um rol muito importante, porque as necessidades nutricionais também variam.

Uma má alimentação durante a gravidez pode ter consequências negativas tanto para o bebé como para a mãe, pelo que é um bom momento para aprender a alimentar-se bem.

Em que pode influir a alimentação maternal na saúde do futuro filho?

  1. Os estudos afirmam que uma má alimentação da mãe durante a gravidez predispõe ao feto a sofrer doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2 ao longo da sua vida.
  2. Contribui para a correta formação da pele e outras membranas, assim como para o desenvolvimento dos seus orgãos e sistemas.
  3. Influi no correto funcionamento do sistema imunitário.
  4. Permite uma boa formação do sistema nervoso central do bebé.
  5. Diminui o risco de dar a luz bebés com menor nível de coeficiente intelectual.
  6. Influi no crescimento do bebé no útero.
  7. Uma boa alimentação reduz o índice de mortalidade infantil perinatal.

5 nutrientes essenciais durante a gravidez

  • A fibra: Aconselha-se que as grávidas consumam 28 gramas de fibra ao dia, já que vai ajudar a prevenir a obtipação, presente num quarto das grávidas. Recomendamos tomar mais alimentos de origem vegetal pouco processados, como frutas legumes, frutos secos e cereais integrais.
  • Ácido fólico: As necessidades desta vitamina aumentam durante a gravidez, já que contribui ao crescimento do tecido maternal e previne os defeitos do tubo neural: os dois mais comuns são a espinha bífida (coluna do feto não acaba de fechar, o que pode gerar paralisia nas pernas, entre outros sintomas) e anencefalia (grande parte do cérebro não se desenvolve). As principais fontes são os alimentos de origem vegetal como as legumes de folhas verdes escuras (espinafres), ervilhas e outros legumes, assim como nos frutos secos (nozes, amêndoas, avelãs).

O conselho científico internacional também recomenda consumir diariamente (baixo supervisão médica) um suplemento que contenha 400 microgramas de ácido fólico durante um mês antes e até três meses após a concepção, já que foi demonstrado que reduz a proporção de defeitos do tubo neural no mínimo em três quartas partes.

  • Iodo: Essencial no desenvolvimento do feto, entre outras funções. As consequências da sua deficiência tanto na gravidez como na lactancia são graves, pelo que o ministerio de sáude espanhol sugeria em 2014 a suplementação com ioduro de potássio (200 microgramas por dia) nas mulheres que não atingiam as recomendações de iodo com a sua alimentação (3 doses de leite e derivados lácteos e 2 gramas de sal iodada). Por outro lado, o consumo de algas deve ser excepcional, já que acostumam conter muitissimo iodo.
  • Ferro: A sua principal função no organismo é formar parte da hemoglobina, que transporta oxigênio até as células. Os glóbulos vermelhos da mãe requerem ferro adicional, porque o volume destes aumenta durante a gestação e porque é necessário para a formação do feto e da placenta. A sua deficiência é associada a partos prematuros, baixo peso no nascimento e aumento da mortalidade.

Convém seguir uma dieta saudável para evitar a anemia, mas se já está presente, está justificado usar um suplemento de ferro, baixo supervisão médica.

Algumas fontes naturais de ferro são os frutos secos (pistácios, nozes, amêndoas), os legumes (lentilhas, grão-de-bico), algumas verduras como espinafres, etc…

  • Vitamina B12: A deficiência desta vitamina em grávidas pode provocar defeitos no tubo neural do feto. Embora os requerimentos de B12 são mais elevados nesta fase, com a alimentação normal da mãe e as reservas do feto acostuma ser suficiente para evitar esses problemas. A suplementação estaria indicada para grávidas com dieta vegetariana.

11 dicas de alimentação e higiene alimentar:

  1. A higiene das nossas mãos é fundamental, assim como manter longe o lixo e os animais dos alimentos, para evitar possíveis contaminações.
  2. Vigiar que os alimentos que vamos a consumir tenham sido correctamente manipulados. Não tomar leite cru para evitar contaminação por certos microorganismo que possa conter. As carnes, peixe e marisco devem ser comprados refrigerados ou congelados. Lavar os ovos no momento antes dos utilizar.
  3. Para conservar os alimentos já cozinhados, devemos dos manter a temperaturas superiores a 60 ºC ou a -7 ºC, nunca a temperatura ambiente.
  4. Cozinhar os alimentos até atingir o centro do produto uma temperatura superior a 70 ºC, para garantir a eliminação de microorganismos.
  5. É importante que não exista contacto entre alimentos crus e cozinhados, para evitar contaminações cruzadas.
  6. Utilizar sempre, para cozinhar e beber, água potável.
  7. Os queijos brandos, frescos ou azuis não devem ser consumidos a menos que esteja indicado na etiqueta que foram pasteurizados.
  8. Evitar patés, pela Listeria Monocytogenes e o consumo de fígado pelo seu excesso em vitamina A.
  9. Evitar o contacto com a areia dos gatos no caso de ter (toxoplasmose) ou dos roedores.
  10. Não consumir alimentos elaborados com carnes cruas nem enchidos se não se congelaram antes.
  11. Sobre o peixe, evitar consumir peixes grandes pelo seu conteúdo em mercúrio (peixe espada, tubarão, atum vermelho, atum em lata…)

A melhor alimentação para o teu cérebro em época de exames

O que comer para render mais e outros conselhos saudáveis que vão ajudar-te a enfrentar com sucesso a época de exames

Chegam as provas finais e os exames do trimestre e com eles a falta de concentração, porque as vacacións están á volta, os problemas para adormecer, as mudanças nos horários… Por isso, hoje vamos ver como influi a alimentação e outros fatores no momento de ativar a nossa mente e melhorar os nossos estudos.

Existe uma relação direta entre a alimentação e a concentração ou os níveis de estudo, sobretudo em crianças e adolescentes. Uma má ou boa alimentação pode variar muito o rendimento escolar. Como acontece com a dieta baixa em vitaminas, que pode provocar uma descida na concentração e atenção.

Por isso, se estamos em épocas de exames, como pode ser agora o caso, não necessitamos de um fornecimento extra de hidratos de carbono (como a maioria da população pensa) mas o ideal é o aumento de vitaminas e minerais, como podem ser: B, E, Potássio, Magnésio, Zinco, etc…

Por outro lado, a alimentação também está muito relacionada com o estado de animo, o qual é fundamental na hora de estudar ou querer levar a termo uma tarefa que requer de concentração. Então, que produtos são ótimos para enfrentar os exames com energia? Vamos dar-te alguns conselhos. Toma nota!

  • Não substituir pratos tradicionais por précozinados.
  • Incluir saladas e legumes.
  • Consumir 3 vezes por semana pasta ou arroz.
  • 5 peças de fruta ao dia.
  • Lácteos diariamente.
  • Batatas diariamente, mas cozinhadas de forma saudável.

Se isto ainda não é suficiente, existem também vários suplementos naturais que fornecem energia e clareza mental durante estas intensas jornadas. Entre eles, destacamos.

  • Ginseng: Fornece grande clareza mental, energia e resistência.
  • Guaraná: É a planta que mais cafeína contém, pelo que aumenta o estado de alerta mental, melhorando a associação de ideias, a resistência e a constância.
  • Triptófano: Favorece o sono e é recomendável para regular o ciclo diário sono-vigília. Tem efeito tranquilizante, ideal para estas épocas de exames.
  • Taurina: Melhora a função cerebral e a qualidade do sono. Ainda, ajuda-te a lidar com o stress.
  • Melatonina: Atúa como um relógio biológico, provocando sono de noite e diminuindo de manhã.

Como influem os fatores ambientais, o sono e outros detalhes na hora do estudo

  • O lugar de estudo: Deve ter uma boa iluminação, além de contar com um mobiliário adequado (Cadeira e mesa a altura certa) e uma temperatura agradável.
  • Prepara o material que precisa antes de começar a estudar. Com isso evitarás distracções ao ter que te levantar cada pouco tempo.
    Estuda sem fome, ou te será dificil concentra-te
  • Corta o tempo de estudo em pequenas sessões. O ideal é que cada sessão não supere os 30 minutos.
  • Propõe-te um horário de estudo fixo, porque ao seguir uma rotina, notarás um efeito notável no rendimento.
  • Tens que saber que o exercício físico é muito bom para uma mente desperta. Aproveita para dar um passeio antes ou depois de estudar.
  • Sono: Deves estabelecer hábitos, é muito importante dormir pelo menos 8 horas ao dia.

Bibliografía

  1. “Come bien y vive mas y mejor” Doctor Antonio Escribano , Espasa 2016.
  2. sld.cu/terminos-farmacológicos/2011
  3. Murray MT. 5-Hydroxytryptophan. In: Pizzorno JE, Murray MT, eds. Textbook of Natural Medicine. 4th ed. St. Louis, MO: Elsevier Churchill Livingstone

O que é o CLA e como nos ajuda a controlar o peso?

O CLA contribui para a redução dos depósitos de gordura abdominal, aumentando a queima de gordura e inibindo a produção de gordura pelo organismo

O ácido linoléico conjugado CLA (Conjugated Linolenic Acid pelas suas iniciais em inglés) é uma variante do ácido linoleico, uma gordura Omega-6, muito importante para a saúde humana.

A palavra “conjugado” tem a ver com a forma na qual se colocam os enlaces duplos na molécula de gordura e este pequeno detalhe pode marcar uma diferença enorme na hora de promover efeitos benéficos ao organismo.

Grande parte das pessoas já incorporam algum CLA na sua alimentação através de carne de animais ruminantes, como a vaca ou ovelha, e de produtos lácteos.

O conteúdo de CLA é de entre 300 e 500 % mais elevado na carne e lácteos de vitelas que são alimentadas com erva, em comparação com as que são alimentadas com grão (1). Isto se traduz numa diminuição de aproximadamente o 75 % de CLA nestes animais.

Assim, o consumo de CLA por meio da dieta é muito baixo e se encontra aproximadamente em 151 mg em mulheres, e 212 em homens (2).

No entanto, de acordo com alguns estudos, para obter os efeitos benéficos desta gordura é necessário um consumo de aproximadamente 3 gramas de CLA por dia (3), o que se pode conseguir complementando a alimentação com a ajuda de algum suplemento alimentar enriquecido com CLA.

 

Por ser uma gordura, ao suplementar a dieta com CLA, deve tomar-se antes das refeições ou entre horas, com o estômago vazio, pois o conteúdo em fibras dos alimentos pode diminuir a sua absorção intestinal.

EFEITOS NUTRICIONAIS E NA SAÚDE DERIVADOS DO CONSUMO DE CLA

  1. Melhoria no sistema imunitário
  2. Efeitos antioxidantes, prevenindo radicais livres
  3. Efeitos sobre a composição corporal (reduz os depósitos de gordura abdominal, aumentando a queima de gordura e inibindo a produção de gordura pelo organismo) (4)
  4. Diminuição dos níveis plasmáticos de colesterol (5)

 

PORQUE O CLA MELHORA A COMPOSIÇÃO CORPORAL?

O CLA bloqueia o transporte das gorduras até os adipocitos (células de gordura). Isto deve-se a que o CLA inibe a função da enzima LPL (lipoprotein lipasa) e ao mesmo tempo favorece a lipolise (destruição da gordura).

Por outro lado, ajuda a aumentar o transporte de gordura até a mitocondria celular (orgão da célula encarregue da respiração celular e produção de energia) para ser transformado em energia.

Claro que, como acontece com qualquer suplemento, é fundamental ter bons hábitos de vida para manter os resultados a longo prazo do CLA. A suplementação com ácido linoleico conjugado, para a perda de gordura, atúa potenciando no curto prazo os efeitos de uma dieta equilibrada, aliada à prática regular de atividade física.

Bibliografía:

  1. http://www.lrrd.cipav.org.co/lrrd20/4/corra20059.htm
  2. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11340114
  3. http://www.sccalp.org/documents/0000/0489/BolPediatr2007_47_supl1_013-017.pdf
  4. http://scielo.isciii.es/scielo.php?pid=S0212- 16112009000400005&script=sci_arttext
  5. https://scielo.conicyt.cl/scielo.php?pid=s0717-75182002000200004&script=sci_arttext#26

Drosera, a resposta contra a tosse que procurava

Esta planta é usada como alternativa natural para acalmar qualquer tipo de tosse e aliviar as vias respiratórias. Conheça as suas propriedades.

Quase de certeza que nunca ouviu falar da Drosera, mas… Nunca é tarde quando as circunstâncias mandam! Como é no caso de fazer frente à tosse irritativa.

A Drosera, conhecida também como papa-moscas, é uma planta insectívora que cresce em zonas pantanosas de alta montanha, o que limita a sua presença a pontos muito localizados dos Pirenéus, a Cordilheira Cantábrica ou o Norte de Portugal.

Acostuma medir até 15 cm de alto e floresce no início do verão. As sua principal finalidade é medicinal, pelo que contém muitos ácidos gordos e enzimas digestivas, entre outras coisas.

Desde a sua descoberta, em 1875, foi usada para combater a tosse convulsa, a tosse irritativa e os transtornos gastro-intestinais, que acostumam estar acompanhados de espasmos.

Por isso, a Drosera acostuma fazer parte da composição de xaropes antitussivos ou remédios elaborados à base de extratos naturais que podemos encontrar em ervanárias ou para-farmácias, por exemplo.

Principais propriedades:

  • As naftoquinonas dão a esta planta uma notável ação anti-espasmódica e anti-bacteriana, que faz dela um remédio natural excelente para eliminar a tensão dos músculos das vias respiratórias, mostrando-se muito eficaz para acalmar tanto a tosse persistente e convulsa, como a tosse seca e irritativa, em bronquites crónicas, tosse convulsa, episódios de asma, faringite, laringite e processos gripais.
  • Descongestiona os condutos respiratórios, alivia a disneia e facilita uma respiração mais tranquila e normalizada, até em episódios de asma.
  • É utilizada em épocas de risco de infeções. A combinação de infusão de Drosera com tintura de própolis, por exemplo, é uma das misturas mais usadas, já que pode ser tomada até 3 vezes ao dia, após das principais refeições.

-> Como tomar: A Drosera pode ser usada em infusão, em pó, em tintura mãe ou em xarope.

A forma idónea e mais fácil para consumir é em forma de xarope, pois assim o extrato pode ser acrescentado a bebidas quentes: infusões, leite quente, ou simplesmente, água quente para que não perca as suas propriedades.

Unida a outros ingredientes, como o bálsamo do perú ou o extrato seco de eucalipto, malva ou própolis, pode resultar num grande aliado capaz de proteger ao sistema imunitário.

Se preferir em forma de infusão, pode acrescentar 1 gr. por caneca (2 a 3 por dia) ou em tintura mão, até 30 gotas, umas 3 vezes ao dia.

Por último, destacamos que a Drosera é uma planta recomendada pela Comissão Europeia, precisamente, para combater a tosse espasmódica e irritativa após numerosos estudos realizados que o demonstram.